Monthly Archives: November 2009

[Tweet Post] Dia de Gamer na Rio Game Show

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Nos dias 28 e 29 de novembro, rolou no Rio de Janeiro a 2ª edição do Rio Game Show, que reuniu vários especialistas sobre o desenvolvimento de games aqui no Brasil, além de contar com várias atrações para os gamers no pavilhão de exposições Sul América, na Av. Presidente Vargas, centro do Rio.

Site

Dia de Gamer compareceu ao evento, mas devido à um problema com o cadastro de imprensa do Blog, tivemos que acompanhar o evento junto com os gamers, que se amontoavam disputando cada milímetro possível para ver os jogos, as novidades e as exposições da RGS. O evento reuniu em um só local várias tribos diferentes, mas com gosto muito similares: os gamers de todos os tipos, sejam jogadores de MMORPGs, fãs de Guitar Hero e Rock Band, amantes de jogos de luta (como Street Fighter IV e King of Fighters 2002), ou saudosistas dos consoles antigos, se encontraram com a galera dos animes, os entusiastas das novas tecnologias da computação gráfica para games e com os curiosos em geral.

Konami Estande

Infelizmente, o evento foi muito aquém do esperado. Na verdade, salvo algumas seções, não houve um evento em si, mas sim várias consoles ligados às tevês para que os gamers jogassem, com exceção das palestras e a exposição “A História dos Videogames”. E ainda assim, haviam falhas. Uma das melhores seções, foi sem dúvidas a NVIDIA, uma das patrocinadoras do evento, que trouxe várias máquinas potentes, equipadas com uma placa de vídeo que permite a visualização de jogos em ambientes tridimensionais, com o auxílio de óculos de lentes polarizadas.

NVIDIA

Não vou ficar perdendo muito o meu tempo criticando a feira, até porque dificilmente alguma coisa será mudada para as próximas edições, visto que tudo é baseado numa pré-conceitualização de que videogames no Brasil se resumem a poucos jogos, especialmente futebol.

Guitar Hero

Vou dar um exemplo: a Konami estava presente ao evento OFICIALMENTE. Poderia ser um motivo de felicidade, porque pela primeira vez uma grande produtora estaria presente num evento brasileiro, mas na minha opinião, ela não veio. No máximo mandou um tchauzinho de longe. Com os lançamentos de Metal Gear Solid: Rising, Metal Gear Solid: Peace Walker, e do novo Castlevania (dentre vários outros que posso citar), poderíamos esperar que algumas informações (mesmo que repetidas da E3) fossem mostradas, mas ao invés disso, o estande da Konami se resumia a 5 consoles ligados rodando em sua maioria Pro Evolution Soccer 2010. Nem um poster, nem um panfleto, nenhum vídeo, nada a respeito das demais produções da empresa estavam disponibilizados. A sensação que tive era de que a visão do mercado brasileiro se resume à futebol, sendo que nas últimas competições de games internacionais as equipes brasileiras tiveram excelentes posições, e em vários jogos.

WERio Campeonato

Isso sem levar em conta que também havia no evento um campeonato oficial de Pró Evolution Soccer, organizado pela WERio, que a Konami ao invés de somar esforços e ajudar na distribuição de brindes aos ganhadores, simplesmente ignorou e preferiu levar seus jogos e disputar audiência com a competição. Eu conversei com um dos organizadores do campeonato, e nem eles sabiam que a Konami teria os seus próprios jogos disponíveis para os visitantes, e isso afetou a participação voluntária da competição. Falha grave da organização.

Master System 2

E até nos pontos positivos, várias ressalvas podem ser feitas. Eu visitei a exposição “A História dos Videogames”, que foi bem interessante, pois pude ver como eram os modelos dos antigos Nintendo Game & Watch, minigames de sucesso antes da Big N entrar de sola no mercado de videogames com o Nintendo 8-bits. Além disso, vários outros aparelhos estavam presentes, como um modelo de Telejogo, um 3DO, e uma edição especial do Atari, com vários jogos na memória do console. Todos funcionando e disponíveis para jogar! Um momento especial para mim foi reencontrar um Master System 2, um dos meus consoles por mais de 5 anos, rodando seus jogos da memória, também nesta exposição. Mas passada toda a emoção de reencontrar os consoles ou conhecer alguns outros em pleno funcionamento, algumas melhorias poderia ter sido feitas. Como por exemplo, um pequeno texto falando sobre a história, data de criação do aparelho, jogos mais populares, nada disso tinha, e não são informações difíceis de conseguir. A exposição simplesmente colocava os consoles ligados à teve, você tinha como jogar um jogo, e era só isso. Toda a “História” dos videogames deve ter ficado em algum outro lugar, porque na exposição não estava.

Game&Watch

As palestras realmente foram um ponto positivo interessante no evento, porque abriram um espaço para os debates mais profundos sobre a situação do pais, seja como mercado consumidor de games em expansão, observando que a Sony acaba de desembarcar por aqui, e como produtora de games e animações, como já é reconhecido no exterior. A maioria das opiniões converge ao mesmo ponto, será um passo de cada vez, e o interesse e a formação de jovens vem de encontro à esse objetivo.

É claro que não existe muito mercado para que tenhamos uma exposição do nível da E3, e realmente, estamos bem longe disso. Mas ao anunciar uma feira de videogames, é preciso pensar sobre o que os gamers querem ver. Pagar o ingresso para ficar disputando filas e tentar jogar alguns jogos mais novos não se resumem à uma feira. As palestras realmente foram bem interessantes, e pudemos saber a respeito da trajetória de alguns desenvolvedores que podem brilhar num futuro de games, seja em qual plataforma, empresa ou sistema for. Mas mesmo assim, a sensação de desapontamento não pode ser evitada.

Estande Seven2

E apesar do desapontamento, gostaria de dizer que torço para que uma próxima edição ocorra. Como disse, ainda estamos engatinhando no questão do comportamento perante os games, que aqui nas terras nacionais ainda é visto como brinquedo de criança, enquanto que é respeitado no exterior como uma das indústrias de entretenimento mais lucrativas da era moderna, superior ao cinema e à música em vários aspectos. Ouvindo o que os gamers querem, e tratando os jogadores com respeito, a feira tem tudo para dar certo. E Dia de Gamer vai estar lá para conferir!

*O restante das fotos pode ser encontrado no album virtual aqui!

[Tweet Post] Campus Party 2010

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campus-party-2010_editedA Campus Party vai voltar a armar suas barracas (!) em São Paulo em 2010, de 25 a 31 de Janeiro, e deve reunir todos os entusiastas das novas tecnologias, e Dia de Gamer está interessado no que essas novas tecnologias podem ser discutidas em termos de games.

Para este ano, temos já programado mesas de debates sobre a história dos games, discussões sobre como otimizar a sua conexão wireless para jogos, como configurar corretamente uma TV de LCD, Plasma ou LED no seu computador para jogos, entre outros. Está confirmada inclusive a participação da IGDA (Internet Game Developers Association). É uma excelente chance para tentar delinear quais caminhos o desenvolvimento de games no Brasil deve traçar.

Para descontrair (porque nem tudo na vida é trabalho), estarão disponíveis máquinas com vários MMORPGs, inclusive com premiações para os melhores colocados em determinadas tarefas, além das já famosas competições de Guitar Hero e Rock Band. Libere seu lado Rockstar!

As inscrições já estão abertas, e podem ser feitas pelo site http://www.campus-party.com.br. Garanta já contra a sua vaga!

[Game ON] Modern Warfare 2 e os recordes

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CoDMW2 CapaModern Warfare 2 foi lançado em 10 de novembro de 2009, e em 5 dias de venda arrecadou algo como 550 milhões de dólares com quase 10 milhões de cópias vendidas, o que representa, em termos comparativos, 7 vezes mais do que rendeu as primeiras semanas de bilheteria do filme 2012. Caso fosse um filme, sua bilheteria já estaria figurando entre Transformers e Matrix como uma das mais vistas da história, e com chances de superar a maior bilheteria do cinema contemporâneo: Titanic, com 1.8 Bilhões de dólares de faturamento. Isso sem levar em consideração que o preço do jogo é quase 3 vezes mais caro do que um ingresso de cinema.

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Call of Duty: Modern Warfare 2 já nasceu envolvido em críticas e polêmicas desde antes do seu lançamento. Um problema inicial foi o lançamento do jogo ainda sem servidores dedicados, o que fez com que vários jogadores não pudessem jogar online em determinados horários, devido à superlotação. Outro problema foi a fatídica cena do Aeroporto de Moscow, onde você entra no papel de um agente infiltrado na equipe de um mercenário russo, que abre fogo contra os civis presentes nos saguões. Na prerrogativa do jogo, o ataque serviu de “bode-expiatório” para que a Rússia declarasse guerra aos Estados Unidos, já que todas as armas e munições encontradas na cena do crime eram de origem americana.

CoDMW2 Ação

Isso serviu como gasolina num barril em chamas para aqueles que atacam os videogames como influenciadores na formação violenta que alguns jovens (principalmente americanos) apresentaram nos últimos anos. Abrir fogo contra civis, independente da ocasião ou do contexto, na opinião deste grupo, é fomentar a “adoração pela violência”, e criar mais adolescentes revoltados que eventualmente irão fuzilar os colegas de classe em outra universidade americana, em meio à uma sociedade que já enfrenta problemas de valores familiares. Como se filmes, desenhos, seriados e até músicas não o fizessem antes.

Na minha opinião, é somente um jogo. Joguei a tal fase, e você inclusive pode passar a fase toda sem dar um tiro. Confesso, eu atirei, e sabe o porquê? Porque se trata de um jogo. Simplesmente um jogo. E não, não estou com vontade de sair abrindo fogo contra meus colegas de trabalho. Sei diferenciar o que é real e o que é virtual, e em muitas vezes é isso que falta na cabeça de uns jovens mais limitados.

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Mas fora isso, Modern Warfare 2 conseguiu elevar o que o seu antecessor havia pavimentado. O jogo é denso, mais desafiante, e com vários plot-twists que deixam o jogador de cabelo em pé. Em vários momentos você é colocado em situações que sobreviver é a sua missão atual, e agir se torna um instinto mais do que um planejamento. O game ainda apresenta uma versão de jogo chama Spec Ops, onde várias missões pontuais são apresentadas e o jogador deve completá-las com sucesso. Os objetivos são os mais variados, mas baseiam-se em cenários do jogo, o que dá uma certa familiaridade ao que tem de ser feito.

E o que consagrou o jogo anterior voltou em alto estilo. A seção de Multiplayer Online recebeu um tratamento mais refinado, dando bastante atenção aos detalhes, e agora os gamers sabem a quantas anda a conexão quando você começa uma seção online. Agora o jogo faz um mapeamento dos jogos online disponíveis, testa a estabilidade de cada um deles, cria a sua sala e ainda merge automaticamente a sua seção com outra que tenha o número necessário de jogadores para completar a sua equipe. Após alguns levels, você consegue insígnias e emblemas para decorar o seu ID Tag, e dependendo das suas ações, achievements diferentes são obtidos. A essência do combate multiplayer continua a mesma, mas agora alguns “perks” diferenciados foram adicionados, e podem ser obtidos durante as batalhas, dependendo da sua atuação. Um dos que mais gostei foi o CopyCat, onde você pode adquirir por um round a classe do inimigo que te derrotou.

CoDMW2 Introdução

A Infinity Ward não precisou criar nada de novo, e simplesmente melhorou o que já estava pronto. E se depender dos resultados iniciais, Modern Warfare 2 tem tudo para atingir recordes de vendas, batendo de frente com a popularidade de filmes na disputa pela preferência em entretenimento digital. E como disse O Velho, e ainda tem pessoas que acham que estamos brincando.

[Classic Games] A Série Megaman

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Quando éramos ainda da era dos 8 bits, lá nos anos 80  e 90, uma idéia em comum permeava na cabeça das crianças e adolescentes da época: a partir do ano 2000, robôs seriam comuns em nossas vidas, sejam como auxiliares, serviçais, como força policial, ou como corpo médico, e poderíamos confiar nossas vidas à essas máquinas para que pudéssemos focar em outras coisas, sejam elas quais forem… E é nesse universo que nasceu um dos personagem mais respeitáveis da história dos videogames, tão respeitável que garantiu seu lugar ao lado do Mário na etiqueta que classifica jogos clássicos neste humilde blog (Hehehehe).

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Mega_Man_3_NES_ScreenShot3Megaman, ou Rockman como é conhecido no Japão nasceu em 1987, e já figurou em mais de 50 games diferentes, e das mais variadas ramificações. Sua principal característica era a de poder absover os poderes de seus inimigos derrotados, e usá-los estrategicamente contra os próximos inimigos. Uma mudança legal era a sua opção de escolher qual inimigo vai enfrentar em cada estágio, ao invés de estágios fixos, como nos jogos de aventura na época, o que te permitia explorar alternativas de como percorrer o jogo. Além disso, outra característica que marcou o jogo era a sua dificuldade, bem acentuada, capaz de levar alguns gamers à loucura, sendo que talvez fosse necessário percorrer o estágio algumas vezes antes de conseguir chegar ao final com vida suficiente para enfrentar o chefe final.

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Mega_Man_(Mega_Man_9)A série original contém 10 jogos (Megaman 1 até 8, Megaman e Bass, e Megaman 9), até a sua “evolução” em Megaman X1, X2 e adiante. Fora a série canônica e a série X, ainda existem Megaman Legends, Megaman Battle Network, Megaman Zero, Megaman ZX e Megaman Star Force. Embora algumas dessas séries só aparecem em determinados consoles, como no caso de Megaman Zero e ZX serem somente no Nintendo DS, todas as séries pertencem à uma determinada timeline, que se encaixa da seguinte maneira:

  1. Megaman (Original Series): Ano de 2008 até 2017, sendo cada aventura em um ano correspondente. A explicação para isso vem do livro chamado Megaman Perfect Memories, disponível somente no Japão, que conta a história do Prêmio Nobel que Dr. Light, criador do Megaman, recebeu em 2007 após aperfeiçoar o “chip de aprendizado”, que deu origem ao Megaman. Daí suas aventuras começarem em 2008.
  2. Megaman X se passa quase 100 após a série original, nos anos 2100, e já não conta mais com a presença de Dr. Light (também pudera, ele já era bem velhinho nos jogos originais!). Uma das características principais dessa série é a capacidade de adquirir armaduras diferentes para Megaman (chamado somente de X nessa série), além dos poderes dos inimigos.
  3. Megaman Zero acontece após os eventos de Megaman X, sendo alocados 100 aos após, o que na conta dá em torno dos anos de 2200. Neste jogo, o gamer toma controle do personagem Zero, ao invés de Megaman, e precisa acabar com uma nova ameaça que pretende usar o corpo remanescente de X como fonte de energia para os Dark Elfs. Não me pergunte o que é isso.
  4. Megaman ZX segue após o final do anterior, mas se passa 200 anos após, ou seja perto de 2400 DC. O interessante aqui é que Zero e X são apenas dados na época do jogo, algo como chips de informação, e dois personagens humanos são apresentados para obter tais informações.

Apenas Megaman Battle Network e Star Force não pertence à linha de tempo, sendo tratados como universos paralelos onde a computação evouluiu mais do que a robótica, mas mesmo assim, Star Force se passa 200 anos após Battle Network.

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Acertos e Tropeços – A série Megaman sempre foi alvo de muitas críticas principalmente devido à não finalização de vários arcos de histórias, como a série Legends, Zero e ZX. Isso ocorre devido às mudanças nos times de produção dos jogos, e em muitas vezes ocorre uma perda da qualidade dos games. Também existem muitas críticas sobre as mudanças no game original, que continha simplesmente elementos de pular e atirar. Após os anos, Megaman ganhou habilidades de escalar paredes, correr, deslizar no solo, chamar a ajuda de seu cão para usá-lo como arma em alguns momentos, mas a maioria dos gamers preferia quando era tudo uma questão de timing, pular e atirar na hora certa. Eu particularmente gostei da série Original e da série X, mas só até o X4. Depois disso fiquei com a impressão de que tudo estava caindo na repetição, faltava um quê de originalidade, e em determinado ponto nem mais o inimigo representante da água (ou gelo) não era mais vulnerável ao inimigo do fogo! Aí é absurdo demais.

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Joguei também o Megaman Zero, mas não conseguiu chamar a minha atenção. Um ponto ruim nessa bagunça toda era que embora os jogos fossem lançados simultaneamente, a história já tratava dos eventos posteriores e aquele que era um aliado no game atual era o inimigo mortal do game anterior, e vice-versa. Isso criava uma confusão absurda, e o jogo perdia pontos no conceito dos gamers. Na minha opinião, até mesmo a série X poderia render uma história interessante, por exemplo no game em que um vírus acaba infectando os robôs “do bem” tornando-os “do mal”, e poderia ter sido criado toda uma história ao redor disso. Mas como em quase todos os jogos dessa série (ou em todos não sei) o vírus era o vilão Sigma.

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megaman-x-zero-in-shadows_adDentro os acertos da série, eu acredito que o personagem em si ficou bem marcante, e Megaman apareceu em vários games não relacionados às suas aventuras, como no crossover Marvel x Capcom, além de levar sua marca à outros gêneros, citando Megaman Soccer (misericórdia) e Megaman Battle & Chase (estilo Mario Kart), ou na sua própria série animada para a TV. Zero também pode ser considerado um caso de personagem de sucesso, mesmo ficando um pouco à sombra do protagonista, mas existem vários jogadores que preferem jogar com ele ao invés de X. Claro, isso ocorre quando a Capcom não sacaneia e desaparece com o personagem sem qualquer explicação, ou o torna um dos vilões.

megaman zxIndependente dos rumos que Megaman leve, à essa altura podemos ter certeza de que ele já tem lugar garantido no Hall da Fama dos personagens carismáticos, e com lugar de destaque. Suas histórias originais foram tão marcantes que o último lançamento multiplataforma do robô azul ignorou toda e qualquer tecnologia de gráficos e foi feita baseada na aparência original, e lançada para os consoles de última geração. Isso mostra o quanto aqueles games 8 bits irritantes de tão difíceis foram importantes para vários gamers da geração atual, e sua dificuldade criou um conhecimento necessário para toda uma série de jogos em todos aqueles que desafiaram os robôs do malvado Dr. Willy!

[Tweet Post] Linha Sony Playstation lançada oficialmente no Brasil

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Excelente notícia para os gamers: a linha Sony Playstation acaba de ser lançada oficialmente no Brasil!

Lançamento Playstation

A princípio, o lançamento engloba os jogos de Playstation 3, Playstation 2 e Playstation Portátil, além do console PS2. Existem planos na Sony de trazer a fabricação do do PSP também aqui no Brasil, o que já acontece com o PS2 já a partir desse fim de ano. Infelizmente, a fabricação do PS3, que iria contribuir com uma redução absurda no preço do console ainda está fora dos planos.

Mas o que isso representa aos jogadores? A partir de agora, todos os jogos passam a ter garantia, assim como os consoles fabricados aqui. Dependendo do tipo de política de relacionamento com clientes, a garantia pode ser extendida ao PS3, mas vai depender de vários fatores.

Outro lado interessante é aliberação de compras na Playstation Network com cartões nacionais, que deve acontecer em breve. O Brasil já consta na lista de países disponíveis, mas a PSN Store ainda não está habilitada.

O link para a loja virtual Sony é esse aqui: Sony Style

[New Games] Uncharted 2: Among Thieves

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Uncharted 2 capaEsse review de Uncharted 2: Among Thieves pode ser resumido em uma frase: É tudo que uma sequência deve ser. O jogo leva em consideração tudo o que deu certo no primeiro, melhorou o que havia de reclamações, e conseguiu encaixar mais um enredo interessante levando em consideração lendas arqueológicas contemporâneas que agradam aos jogadores do gênero de aventura, lembrando bastante as aventuras de Indiana Jones e Tomb Raider, com exploração, paisagens exóticas e inimigos armados.

Uncharted 2 Cenários antigos

Não existe moleza na vida de um caçador de recompensas, e Nathan Drake se vê às voltas com mais um enigma das civilizações antigas, desta vez envolvendo o navegador Marco Polo, e o misterioso acidente que dizimou várias de suas embarcações. Supostamente devido à uma maldição que cai sobre aqueles que tentam chegar ao paraíso perdido de Shangri-lá e roubar a Cintamani Stone, Marco Polo perdeu os tesouros que havia conseguido na sua última viagem, e escondeu pistas sobre como chegar à cidade perdida, antes de morrer na sua volta à Europa. Para conseguir estas pistas, Nathan e seus comparsas devem roubar uma lamparina num museu em Istambul, que supostamente indica a localização da entrada para o paraíso perdido. E mais uma aventura começa.

Uncharted 2 Cenários Destruição

Só que desde o início, o jogo se mostra numa dinâmica interessante, e você começa com Nathan acordando dentro de um trem… sangrando. E com o trem na vertical, caindo de um penhasco! E então, os flashbacks começam, de modo que você sabe onde tem que chegar. Isso acabou criando uma expectativa sobre quando é que você realmente vai chegar nesse ponto, e para grata surpresa dos jogadores, descobrimos que aquele não é o final, mas sim o meio do jogo. A corrida contra os outros que estão interessados na Cintamani já está valendo.

Uncharted 2 Trem

A jogabilidade está praticamente inalterada com relação ao jogo anterior, e somente alguns movimentos foram acrescentados, como o uso de cordas soltas (penduradas em tetos, onde você escolhe pra onde vai se balançar), e algumas alterações no combate mano a mano. Ao invés de golpe fraco e golpe forte, agora temos somente golpe e esquiva, e o combate ficou com um timming mais fácil de acertar. Quando o assunto é a troca de tiros, a dinâmica é praticamente a mesma, mas algumas ressalvas podem ser feitas. Quando precisamos usar algumas paredes estreitas como cobertura, o sistema fica um pouco confuso e pode acabar te colocando em locais diferentes do que você imaginou. Também em algumas partes de escalada, parece que o computador ajuda demais, e a tarefa fica muito simples, e sem grandes desafios. Nada que chegue a ofuscar, porque devido à quantidade de tempo em que você fica pendurado, essas pequenas seções são quase imperceptíveis.

Uncharted 2 escalada

O visual do jogo é soberbo, beirando o realismo. Seja retratando cidades históricas antigas, cidades modernas em plena guerra civil, cavernas de gelo, floresta tropical densa, ou um trem em pleno movimento, o gráfico é estonteante, e em vários momentos vale a pena parar um pouco a escalada e dar uma olhada no visual.O nível de detalhes é absurdo, e mesmo com os cenários sendo distruídos (o que ocorre frequentemente), o realismo não deixa a desejar.

Uncharted 2 escalada2

Os personagens tem suas características bem definidas, e o carisma de Nathan Drake está intocado em qualquer que seja a situação, escalando paredes de mais de 30 metros em cima de um quase abismo, levando tiros dos inimigos ou despencando junto com um trem numa montanha nevada aos pés do Himalaia. Outro detalhe bem interessante é o caderno de anotações de Drake, que foi um pouco alterado. No jogo anterior, quando você precisava acessar o caderninho, ele já abria na página certa. Agora existe a necessidade de folhear as páginas para que você encontre as referências que precisa para resolver o enigma à sua frente. E ainda pode ver as anotações engraçadinhas que Nathan faz, inclusive duas páginas dedicadas à caricaturas de seu amigo de longa data Sullivan. E até nas anotações sérias, a pitada de humor está presente.

Uncharted 2 personagens

O jogo apresenta um bom equilíbrio entre partes de escalada, partes de confronto, e quebra cabeças, e você não sente que o jogo está pendendo pra nenhum dos lados. Mirar e atirar, encostado em paredes, ou correr e descarregar sua munição nos inimigos é bem fácil e intuitiva. O sistema de lançamento de granadas foi melhorado, e temos duas opções agora, jogar enquanto atira, o que lança a granada exatamente onde você está mirando sem sair da batalha em si, ou mirar a própria granada em arco e decidir o melhor lugar para ela ser jogada, enquanto ainda está escondido dos inimigos e quer tirar de operação vários deles ao mesmo tempo. Outro ponto interessante que foi bem melhorado foi a questão dos ataques furtivos, e agora é possível dominar todo um esquadrão inimigo tirando os guerreiros um a um, pela estratégia “ninja style“, seja através de obstáculos, em esquinas, ou caindo do teto.

Uncharted 2 tiroteio

Em resumo, a Naughty Dog fez com Uncharted 2 o que os gamers sempre esperam em sequências: não reinventou a roda! Souberam aproveitar toda a mecânica do jogo anterior, construíram um enredo interessante que realmente prende a atenção do jogador (principalmente aqueles que curtem o lado Indiana Jones da arqueologia), reforçaram o carisma do protagonista, acrescentaram outros personagens que realmente somam à história, e ajustaram um pouco mais a jogabilidade para criar uma verdadeira sequência, que faz jus ao nome da série, e coloca a produtora no hall dos grandes lançamentos. Uncharted 2: Among Thieves definitivamente é um jogo que todo jogador deveria jogar. Pra finalizar, acompanhe o review do site GameTrailers!

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*Se quiser saber um pouco mais sobre o jogo anterior Uncharted: Drake’s Fortune, tenho um review pronto aqui!

[New Game] Modern Warfare 2

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CoDMW2 CapaTodo mundo sabia que Call Of Duty: Modern Warfare 2, seria um jogo de sucesso, principalmente pelo fato de vir com a marca de uma das séries de First Person Shooters (ou FPS) mais conhecida pelos games. Mas todo o alvoroço causado ao redor do lançamento de Modern Warfare 2, além da própria independência do jogo com relação à série mãe Call of Duty, mostra que esse novo jogo tem tudo pra inaugurar um novo caminho na preferência dos gamers de jogos de tiro.

Antigamente, as séries Call of Duty e Medal of Honor disputavam a atenção dos fãs desse tipo de jogo. Pelo menos até o lançamento de Modern Warfare, no ano de 2007, as duas estavam em pé de igualdade, e em várias vezes mostravam batalhas vindas do mesmo período da história, como por exemplo na época da segunda guerra. Um dos principais atrativos para os jogadores era a caracterização de armas de época, com seus problemas e principais atributos, que colocava o jogador na pele de um dos soldados da guerra.

E então veio CoD4: Modern Warfare, que trouxe todo o aparato tecnológico das guerras modernas para a mão dos jogadores atuais. Armas avançadas, customizações, uma semi-infinidade de opções de acessórios, tudo isso contribuiu para que Modern Warfare fosse um dos games mais jogados do ano de 2008, além de ser considerado 3º entre os melhores jogos FPS de todos os tempos (acompanhe abaixo o vídeo sobre Top 10 FPSs do site Screwattack.com)

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Mas o foco hoje é o lançamento de Modern Warfare 2. Qual a diferença? Bom, MW2 será uma sequência do jogo anterior, separados por somente alguns anos de diferença, e dessa vez não vai haver maquiagem dos fatos. O jogador será levado aos dois lados da batalha, e terá em suas mãos as armas inclusive dos terroristas. Aliás, esse foi um dos assuntos mais polêmicos na época de lançamento do jogo, porque a Infinity Ward liberou um vídeo onde terroristas invadem um aeroporto e abrem fogo contra civis desarmados (e você como jogador participa do massacre). A produtora do jogo logo tratou de abafar o caso, dizendo se tratar de uma parte menos importante do jogo, mas estava lançada a lenha na fogueira. Além disso, o game vai passar por locais ainda considerados tabus em jogos de guerra, como Afeganistão, Iraque, e também no Rio de Janeiro e em Washington. É, você leu certo, no enredo do jogo, a guerra vai finalmente chegar em solo americano, e será a sua chance como soldado de mostrar serviço defendendo todos esses países.

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Com relação aos gráficos, Modern Warfare 2 trabalha em alta resolução de 1080p sem qualquer sinal de “flickering”, mesmo num ambiente cheio de explosões e fumaça. Os controles também não tiveram muitas alterações, porém alguns tipos de missões inéditas foram acrescentadas, como por exemplo na segunda fase onde você escala uma parede de gelo para chegar à uma base inimiga. A Infinity Ward prometeu um jogo mais intenso, maior interação com cenários e maior integração entre o jogador e o jogo (no modo offline). Por exemplo, em algumas situações-chave, você como atirador de elite e um colega devem sincronizar a eliminação de inimigos, para evitar alarmes, e a atenção aos detalhes do jogo irão ser fundamentais nesses momentos, como som, sinal de radares, e localização de inimigos. Além desses momentos, o jogo também promete alguns momentos dramáticos, e pretende deixar os jogadores ansiosos por mais uma partida pelos próximos meses. Para quem jogou o primeiro jogo, a duração é bastante parecida, e embora tenha mais missões, elas são um pouco mais curtas do que a anterior, o que resulta de 5 a 9 horas de jogo, dependendo da sua habilidade e da dificuldade escolhida.

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O jogo começa frenético, com o seu personagem no meio de um combate no Afeganistão, logo após passar pela fase inicial de reconhecimento de controles, e promete ser um jogo com ação ininterrupta, ao mesmo tempo em que consegue prender a atenção do jogador ao enredo (ok, em parte). Durante as missões você percebe que os caminhos oferecem opções de locais para se esconder e dar cobertura para seus companheiros, mas sem parecer que foram colocados lá de propósito. Mas tudo isso você deve pensar e colocar em prática no meio do tiroteio intenso, enquanto você procura maneiras de se livrar dos seus inimigos. No modo online, estará presente a boa e velha tática de ganhar níveis, escolher armas, customizações e acessórios, em combates realizados pelos jogadores no mundo todo, seguindo o mesmo exemplo lançado pelo seu antecessor que sacudiu os padrões de Multiplayer online cerca de dois anos atrás.

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A receita foi simples: melhorem o que está certo, escutem o que os jogadores reclamam, e conserte o que está errado. Com certeza, Call of Duty: Modern Warfare 2 tem tudo pra entrar de sola na disputa do título de melhor jogo do ano, e essa versão não deixa nada a desejar em relação aos demais jogos de FPS disponíveis.

[New Game] Grand Theft Auto: Chinatown Wars

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GTA Chinatown Wars CapaA Rockstar apronta mais uma vez e lança outro jogo polêmico da sua série mais famosa Gran Theft Auto, e dessa vez o alvo foi o portátil Nintendo DS. O game foi lançado em Março deste ano, e ganhou recentemente uma adaptação para o concorrente Playstation Portátil. Não pude jogar a versão do DS e aproveitar a utilização da tela sensível ao toque e sua caneta Stylus, mas mesmo jogando no PSP e nos seus botões analógicos deu pra sentir que a tela extra foi uma sacada genial de como se usar a segunda tela do DS (coisa que a Nintendo sabe bem como fazer).

GTA Chinatown Wars Capa PSPO jogo representa uma mudança interessante na política de criação para o portátil (mudança que já havia sido vista no Wii), que é tentar tirar essa imagem de “videogame infantil” que o DS acabou ganhando na época do seu lançamento, pelo fato da Nintendo negar a autorização para o desenvolvimento de jogos com violência ou temas adultos. Em GTA: Chinatown Wars, você pertence à gangue dos Triads, e deve realizar tarefas para levar um ou outro pretenso chefe ao topo da cadeia de crimes. Mesmo estilo clássico e consagrado nos demais jogos da série.

GTA Chinatown Wars DS2_550

Mas o que faz GTA: Chinatown Wars ser diferente é exatamente a aplicação que foi dada à tela sensível do DS. As ações simples do jogo, como roubar um carro, desarmar uma bomba ou procurar armas foi totalmente remodelado para se adaptar ao hardware, e a função foi muito bem executada. Eu explico.

  • Para roubar um carro, assim que você entra no veículo uma nova tela aparece, onde você é obrigado ou a enfrentar o sistema de alarmes, ou forçar a ignição do carro, ou fazer uma ligação direta nos fios, e todas as operações diferentes com timers, sendo que se você não cumprir a tempo, o alarme toca e a polícia é acionada;
  • Em algumas missões que envolvem desarmar bombas, você tem que acessar o local dos fios da bomba, tirando os parafusos da tampa do dispositivo, e depois medindo a corrente elétrica em cada um dos fios para descobrir qual deles cortar;
  • Várias armas foram escondidas em caçambas de lixo, e procurar as armas exige que você tire as sacolas do caminho. É um sistema simples, fácil de entender, e ficou realmente intuitivo. Além de ser totalmente imerso aos controles do jogo normalmente.

GTA Chinatown Wars Controles_550

Os gráficos estão cartunizados, e lembram bastante os games originais da série, como Gran Theft Auto, Gran Theft Auto: London 1969, e Gran Theft Auto 2, com o ângulo de câmera posicionado acima da cabeça do personagem, mas

Uma outra característica que me chamou bastante a atenção foi a
relação dos protagonistas com a compra, negociação e venda de drogas
abertamente, coisa que era sempre subentendida nos demais jogos. Em GTA: Chinatown Wars, você é o dono do seu negócio, procura fornecedores, clientes e rivais para aumentar o seu lucro na venda dos entorpecentes. Nos
jogos da série as drogas sempre estavam envolvidas no universo do seu
personagem, mas o controle de estoque dos seus narcóticos, é a primeira
vez.

GTA Chinatown Wars PSP_550

ainda um pouco atrás, num misto de terceira pessoa e visão aérea. No PSP eles parecem mais nítidos, aproximando mais o jogo do real do que do visual cartoon. Os controles do jogo também foram um pouco modificados, onde um dos botões (shoulder buttons) utiliza a mira das armas de fogo, e outro usa a mira das granadas e coquetéis molotov. Uma das pequenas críticas que tive com o jogo foi um pouco a proporção entre os carros e as pessoas estava um pouco confusa, e tive a impressão de que algumas vezes (quando o personagem pula por sobre um carro, por exemplo) o personagem é do tamanho do carro. Mas não chega a ser um defeito muito grave.

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Infelizmente não tive muita chance de avançar mais na história para comentar a respeito do desenvolvimento do roteiro, mas pela retrospectiva da Rockstar, não vai deixar a desejar. Outro ponto interessante notar, mas que não pude averiguar com mais detalhes é o Rockstar Social Club, onde você se cadastra e pode atualizar o seu status e seus avanços no site, e manda os updates de dentro do jogo.

GTA Chinatown Wars PSP2_550

A Rockstar, com mais essa empreitada na série GTA mostra que sabe aprender com os seus erros, e ainda aproveita tudo o que dá certo nos games anteriores. É uma das séries que consegue se reinventar dentro de seus próprios limites, e mesmo enfrentando a crítica de muitos sobre a violência aplicada nos jogos, atrai muito a tenção dos gamers. Ou vai ver, é por isso que atrai a atenção dos gamers!

GTA: Chinatown Wars não é somente um jogo da série GTA para o Nintendo DS, e sim um jogo que pode levar várias novas funcionalidades para a série, e realmente vem para acrescentar o amplo leque de opções dos que curtem a vida no submundo virtual.

Se você comprou ou descobriu como baixar o Windows Seven com crack e serial, dê uma olhada na lista que o Gizmodo preparou com os melhores (e novos) atalhos do novo sistema operacional do caridoso Bill Gates.

A lista completa de atalhos de teclado inclui:

  • Win+Home: limpa todas exceto a janela ativa;
  • Win+Espaço: todas as janelas ficam transparentes para você enxergar através delas atéo desktop;
  • Win+Seta para cima: maximiza a janela ativa;
  • Shift+Win+Seta para cima: maximiza a janela ativa verticalmente;
  • Win+Seta para baixo: minimiza a janela/restaura a janela se estiver maximizada;
  • Win+Seta Direita/Esquerda: trava a janela a um lado do monitor;
  • Shift+Win+Seta Direita/Esquerda: move a janela para o monitor da direita ou esquerda;
  • Win+número (1-9): abre o aplicativo preso à barra de tarefas naquela posição ou troca para aquele programa;
  • Shift+Win+número (1-9): abre uma nova instância do aplicativo preso à barra de tarefas naquela posição;
  • Ctrl+Win+número (1-9): troca entre as janelas abertas do aplicativo preso à barra de tarefas naquela posição;
  • Alt+Win+número (1-9): abre a Jump List do aplicativo preso à barra de tarefas
  • Win+T: centraliza e troca entre os itens na barra de tarefas;
  • Win+B: centraliza nos ícones da Bandeja do Sistema;
  • Shift+clique em um botão da barra de tarefas: abre um programa ou rapidamente abre outra instância de um mesmo programa;
  • Ctrl+Shift+clique em um botão da barra de tarefas: abre um programa como administrador;
  • Shift+clique com botão direito do mouse em um botão da barra de tarefas: exibe o menu de janelas do programa (como o XP faz);
  • Shift+clique com botão direito do mouse em um botão agrupado da barra de tarefas: exibe o menu de janelas para o grupo;
  • Ctrl+clique em um botão agrupado da barra de tarefas: troca entre as janelas do grupo;
  • Ctrl+Shift+N: cria uma pasta nova dentro do Windows Explorer;
  • Alt+Cima: sobe um nível de diretório dentro do Windows Explorer;
  • Alt+P: ativa o painel de visualização no Windows Explorer;
  • Ctrl+clique com o botão direito do mouse em um arquivo: acrescenta Copiar como Caminho, que copia o caminho de um arquivo para a Área de Transferência;
  • Shift+clique com o botão direito do mouse em um arquivo: acrescenta itens secretos extras ao menu Enviar Para;
  • Shift+clique com o botão direito do mouse em uma pasta: acrescenta Prompt de Comando Aqui, o que permite que você facilmente abra um prompt de comando dentro daquela pasta;
  • Win+P: ajusta configurações de apresentação para o seu monitor;
  • Win+(+/-): aproxima/afasta imagem;
  • Win+G: troca entre os Windows Gadgets na sua tela;