Author Archives: Guilherme Costa

[New Game] 100 maneiras de morrer em Skyrim!

Eu ainda nem comecei a jogar Skyrim, o mais novo RPG da Bethesda Softworks, e já estou colocando ele em listas de Top 5 desse ano; O mais legal são as inúmeras opções que você pode seguir dentro do jogo, o que te dá algo como mais de 150 horas até terminar a história principal. É um mapa gigantesco, com muitas quests, com bastante variação, e principalmente com várias maneiras de morrer.

E foi pensando nisso que criaram esse vídeo aí de baixo. Como morrer em Skyrim, em 100 maneiras diferentes. Ok, algumas parecem bugs, mas tá valendo. Divirta-se.

 

 

 

Batman-Arkham-City-VITRINE

[Game ON] Batman Arkham City

 *Post originalmente publicado no Jovem Nerd. Re-publicado sob autorização!

Batman: Arkham Asylum (PC, PS3, Xbox 360) foi lançado em 2009 e é considerado o melhor jogo doHomem Morcego de todos os tempos. Desde o seu final, já tinhamos pistas de que uma sequência era esperada, e dia 18 de outubro foi lançado Batman: Arkham City (PC, PS3, Xbox 360), que promete expandir as idéias do primeiro game, além de te levar ao encontro de mais personagens memoráveis das histórias do Batman. E pra grata supresa dos fãs, a nova aventura do morcegão melhora o que já era bom no game anterior, e expande muito mais o que você pode fazer por Arkham City.

A premissa do jogo é interessante: logo após os eventos de Arkham Asylum, o seu antigo diretor Quincy Sharp ganha os créditos por contornar a rebelião criada pelo Coringa, e lança seu projeto mais ambicioso, na forma da cidade-presídio Arkham City. O projeto leva Sharp ao status de Prefeito de Gotham, e ele aponta o psiquiatra gênio Hugo Strange como diretor do novo complexo presidiário. Todas as peças estavam prontas para o grande show: capturar o Homem-Morcego.

O jogo começa bem diferente de Arkham Asylum, já que Bruce Wayne escolheu combater o novo presídio na frente política, e está fazendo um discurso contra a própria existência de Arkham City. Durante o comício, a empresa de segurança contratada por Strange, chamada TYGER, leva o bilionário preso. Você começa o jogo já dentro do grande “viveiro” de criminosos de Gotham. A DC Comicslançou um quadrinho especial, contando vários detalhes desta trama, assinada por Paul Dini, o mesmo roteirista de Arkham Asylum e de várias histórias memoráveis do Morcegão.

O ponto mais interessante de Arkham City com relação ao seu antecessor, é a total quebra de linearidade que as paredes do asilo impunham em você. Claro, você podia mudar de direção durante uma missão e procurar por alguns troféus do Charada, ou atacar alguns bandidos, mas sua rotina era basicamente fechada, quase linear.

Em Arkham City, isso mudou, e pra melhor. O resultado é que podemos viver um dia na pele do Batman realmente, com algumas missões mais prioritárias na sua vista, mas com vários case filesdiferentes para cumprir na forma de missões secundárias. É quase que um sandbox do Homem-Morcego, mas que em nenhum momento você perde o foco na situação ao redor. Mesmo se você se fixar somente aos objetivos principais, basta uma mudada para o detective mode para aguçar sua curiosidade sobre o que mais acontece em Arkham.

A história corre ao redor do grande embate entre Hugo Strange e Bruce Wayne, mas com várias outras ao redor, e o que mais vai te desvirtuar é sobre o Coringa e sua doença fatal. Alguns meses depois de injetar em si mesmo uma overdose do soro TITAN (final de Arkham Asylum), o Palhaço Príncipe do Crime começa a ter sua saúde debilitada, e descobre que está morrendo aos poucos, graças ao efeito do veneno.

Mesmo sequestrando vários médicos e levando eles para dentro de seu esconderijo, não parece haver uma cura, e então ele e Arlequina resolvem incluir Batman nesta equação em busca de uma solução. E tudo isso no meio de uma cidade que está em estado de tensão, dados seus principais líderes de gangues, sendo eles o Pinguim,Duas-Caras e o próprio Coringa.

Ao contrário do game anterior, Batman está armado desde o início, assim como prometido pela Rocksteady, mas não quer dizer que as opções param por aí. Muitas novas opções podem ser desbloqueadas em menos de 2 horas de jogo, no mesmo sistema de upgrades do game anterior. A diferença agora é que por causa da organização mais “orgânica” dos inimigos pelo meio da cidade, você pode arrumar XP facilmente, bastando procurar por grupos e aplicar todos os conhecimentos de combate do game anterior, que são bem semelhantes.

Das novidades dos dispositivos (gadgets), muitos são conseguidos derrotando vilões, ou em parcerias com antigos inimigos, como Mr Freeze, por exemplo, ou em entregas feitas por Alfred quando solicitado. São muitas as opções de upgrades, que criam um verdadeiro senso de recompensa, e que você ainda vai gastar algum tempo coletando mesmo após terminada a história principal.

Na movimentação, Batman pode planar pelos céus de Arkham, recuperando altura com seu arpéu, e fazendo verdadeiros mergulhos para logo em seguida planar por mais tempo, ou para afundar a cabeça de um adversário na nova versão do seu chute planando. E quando entra em combate, novos inimigos aparecem.

Adversários armados com facas e bastões elétricos já são velhos conhecidos por te obrigar a usar uma tática especial, mas agora temos inimigos com armaduras e alguns com escudos improvisados, outros que são resquícios do projeto Titan, além de grandes inimigos de um braço só armados com marretas, e cada um leva sua parte de estratégia para ser derrotado.

Nos combates deste game, vários inimigos podem te atacar ao mesmo tempo, e seu counter pode funcionar com até 3 inimigos, impedindo que seu free-flow seja perdido por estar sendo cercado por mais de 15 adversários ao mesmo tempo. Ainda foram acrescentados alguns golpes especiais como o atordoamento que atinge vários adversários ao seu redor, e mais movimentos de finalização foram adicionados.

No game anterior, o batarangue e a bat-garra podiam ser acionados para dar continuidade ao seu combo, e esse sistema ganhou mais inclusões dos seus dispositivos para infernizar a vida dos inimigos. Transformar a cara dos adversários em purê já era bom antes, só que agora chega a ser ainda mais divertido e não fica repetitivo.

Ainda temos vários inimigos armados com fuzis e rifles de elite (os velhos snipers), mas eles recebem o mesmo tratamento do predador mostrado em Arkham Asylum. Circulando e se escondendo dos inimigos, Batman consegue retirar um a um com os golpes sileciosos, ou simplesmente desativar remotamente as armas sem que seus inimigos percebam, somente para ver a cara de perplexidade deles ao tentar atirar e descobrir uma arma falha.

E se tudo der errado e você se encontrar no alvo de vários tiros, as bombas de fumaça (uma muito bem-vinda adição por sinal) simula um ambiente de fumaça te dando a chance de derrotar seus oponentes, enquanto eles estão cegos. Vale salientar, não existe mais distinção entre “áreas de mano-a-mano” e “áreas de stealth” como havia anteriormente. Em Arkham City, qualquer lugar é bom para se ter uma briga, assim como qualquer topo de prédio é bom para se ter um alvo.

Vários personagens das histórias do Batman aparecem no jogo, e assim como no game anterior, nenhuma aparição soa forçada, ou incluída por “”pressão dos fãs”. Aliás, essa inclusão de personagens algumas vezes age contra você, seja ao procurar pistas sobre alguém e inadvertidamente entrar no território inimigo (o que ocasiona uma chuva de balas ou um pelotão de inimigos raivosos), seja sendo desviado do seu objetivo por causa de um outro chamado, que muitas vezes pode representar uma armadilha.

Mas um ponto onde realmente ficou falho foi o pouco desenvolvimento dado para alguns dos vilões mais memoráveis das histórias, como o Duas-Caras, que aparece numa animação, e depois leva um soco da mulher gato e nunca mais aparece de novo na história principal. Acontece com alguns outros personagens também, mas vamos nos abster de spoilers.

Outro ponto negativo é a batalha com chefes. São poucos pela cidade, assim como Arkham Asylum, mas desta vez elas estão bem mais fáceis, e você consegue descobrir o padrão de ataque depois do segundo ataque. Mesmo jogando no modo mais difícil, em vários momentos achei mais fácil os chefões do que lutar contra um grupo de 20 inimigos variados.

Cada vez que temos um encontro com novos personagens, ou quando coletamos os troféus do Charada, novas informações são desbloqueadas, que você pode conferir na tela do Bat-computador. Alguns toques te levam ao sistema de upgrades e aos desafios do Charada, que mapeiam onde você encontrou ou marcou os troféus, onde viu os reféns dele ou onde estão objetos quebráveis.

O Charada vai te dar mais dor de cabeça dessa vez, mas uma mudança boa na jogabilidade adicionou estratégia ao seu combate, já que alguns inimigos na cidade são também informantes do Charada. Deixa-los por último te garante a chance de um interrogatório, revelando todas as localizações desses ítens colecionáveis numa determinada área, substituindo os mapas do jogo anterior.

Você coleciona os troféus, tira fotos com o detective mode de cenas para responder às questões dadas pelo vilão, e encontra os grandes pontos de interrogação pintados pelo cenário. A novidade são alguns troféus dentro de armadilhas que requerem algumas pequenas tarefas para serem abertas, utilizando seus gadgets.

Ainda sobre personagens, uma inclusão muito bem vinda neste game é a Mulher-Gato. Não somente ela tem sua própria história (inclusa num DLC, que vem nas versões em pré-venda gringa ou na versão básica brasileira), ela tem seus próprios movimentos e objetivos. Caso você tenha o código pra ativar a personagem logo de cara, faça isso.

Uma das primeiras missões do Morcegão é descobrir o que está realmente havendo dentro de Arkham City, e ninguém melhor do que uma espiã pra saber disso, já que a Mulher-Gato usa Arkham como seu quintal.

Habilitando a personagem, você terá acesso à uma trama paralela somente dela, o que incluiu seu próprio sistema de movimentação e combate. Do alto dos prédios, Selina Kyle mergulha para as profundezas de Arkham contando somente com seu chicote e suas habilidades felinas. Basicamente, basta mirar num ponto e acionar o chicote, e mesmo que você não alcance o local exato do pulo, uma mira surge, para ela se deslocar aos seus comandos, em timing perfeito até atingir seu objetivo.

O mapa de Arkham City está pelo menos 4x maior do que o asilo, o que era mais uma promessa da Rocksteady bem cumprida. Mas não é somente uma mapa maior, é realmente caracterizado em diversas áreas, como partes industriais, museus, a antiga delegacia de polícia de Gotham, e o antigo Tribunal de Gotham, que cada cabeça do crime toma cada área como base de operações.

Ainda temos uma seção subterrânea graças ao antigo sistema de metrôs, além de alguns quilometros de tubulação e áreas secretas que podem ser exploradas. Localizada ao Norte de Gotham, os detalhes de decoração e os cartazes já precários devido ao tempo imprimem uma sensação de história ao ambiente, que eventualmente sucumbiu e foi usado às pressas como esse mega-presídio.

Todo o visual do jogo assusta. A Gotham criada para esse jogo, representada pelos cenários de Arkham, é uma dissociação de qualquer outra, seja dos filmes anteriores, seja dos quadrinhos, seja das animações. Toda a cidade tem aquele aspecto cinzento, sombrio e depressivo, com exceção do terreno do Coringa, que leva algumas pinturas florescentes, mantendo o mesmo nível de insanindade do seu principal habitante. Existe uma grande área central, inacessível até perto do fim da história principal, mas que ficou sub-utilizada por ser quase 1/5 do terreno que você acessa por menos de 30 minutos.

Posso afirmar sem dúvida que a espera valeu a pena. Batman: Arkham City é grande, é diversificado, eleva todos os bons aspectos que tínhamos em Arkham Asylum, inova em boas partes, e mesmo com uma crítica ou outra, o jogo parece ser bem fechado, como uma autêntica experiência na vida do Homem-Morcego. Mesmo que você queria se concentrar só na história, você vai investir algo como 10 horas de jogo, e pode expandir esse número até 3 vezes buscando cada detalhe que a cidade tem pra oferecer.

Combater inimigos ficou maior e mais complexo, mas ao mesmo tempo mais gratificante quando você engata aquele combo de 30+ hits. Caçar e neutralizar seus inimigos também ficou mais variado graças aos novos aparelhos, e você terá chance de colocar tudo em prática nos challenges (que chegam em maior quantidade e muito mais variados) após terminada a história principal.

Para quem é fã do Homem-Morcego, e que realmente mergulha no universo criado nos quadrinhos, Arkham City é um verdadeiro fan-service, por respeitar os mais de 60 anos de história do Batman. E pra quem curte games, é um balanço ideal entre uma história densa com vários objetivos e um free-play responsável com horas de opções. Definitivamente, é o melhor jogo de super-herói já feito.

[Consoles] 10 anos de GameCube!

Mal dá pra acreditar, mas o GameCube completaria 10 anos hoje, caso ainda estivesse sendo fabricado. Sendo o quarto console da Nintendo, essa caixa de games foi lançado em Setembro de 2011 no Japão, e em 18 de Novembro de 2001 nas Américas. Ainda tinha a versão 2.0 do controle do Nintendo 64, que é um dos mais interessantes até hoje (e que pode ser usado para alguns games no Wii, nos modelos que tem retrocompatibilidade). Ok, embora ele não tenha sido declarado “morto” oficialmente, a última grande leva de games foi lançada em 2007.

É um dos consoles que não tive…

Esta caixa lançou vários games que receberiam continuações posteriormente, e alguns outros que só seriam clássicos nele. Pensando nisso eu busquei uma lista de games famosos, e quanto eles venderam para o GameCube. Ok, é da Wikipédia mesmo.

  • Super Smash Bros. Melee (7.09 million) => Gerou uma continuação no Wii, Super Smash Bros Brawl

 

 

  • Mario Kart: Double Dash (7 million)
  • Super Mario Sunshine (5.9 million)
  • The Legend of Zelda: The Wind Waker (4.6 million) => Considerado um dos Top 5 do console, e um dos Top 3 de Zelda.

 

 

  • Luigi’s Mansion (2.639 million) => Anunciado já uma continuação
  •  Animal Crossing (2.321 million) => É jogado até hoje!
  • Mario Party 4 (2.003 million)
  • Metroid Prime (2 million)
  • Pokémon Colosseum (1.806 million)
  • Sonic Adventure 2: Battle (1.732 million)
  • Paper Mario: The Thousand-Year Door (1.64 million)
  • Resident Evil 4 (1.6 million) => Tudo bem que saiu até pra celular e forno de microondas.
  • Mario Party 5 (1.505 million)
  • Sonic Mega Collection (1.453 million)
  • Resident Evil (1.35 million) => Inclusive teve um próprio lançamento da série, Resident Evil Zero!
  • The Legend of Zelda: Twilight Princess (1.32 million)
Twilight Princess para GC e para Zelda

Apesar de toda a boa vontade ao redor do console, ele não foi capaz de superar o XBox e o PS2 durante sua vida útil, principalmente pela dificuldade em lidar com a mídia, e a falta de suporte de várias produtoras em produzir para o console, já que os games ganhavam características mais “maduras”, com jogos com sangue e violência, e a Nintendo relutava em aceitar isso no seu GameCube.

Mesmo assim, o GameCube marcou sim seu lugar na história dos games. E nós sentimos falta da caixinha!

[New Game] GTA V oficializado!

Dia 2 de novembro passado, a Rockstar fez a felicidade deste que vos escreve, e confirmou que Gran Theft Auto V será em 2012 (eu estou chutando Outubro/Novembro, também conhecida como Holiday Season nas terras do tio Sam). Inicialmente especulou-se que seria uma nova versão do jogo Vice City (o segundo melhor GTA da geração passada), mas a própria Rockstar confirmou que o game será baseado em San Andreas (melhor game de GTA da geração passada).

Falta muito pra Outubro de 2012???

Ainda segundo a developer, “esse será o projeto mais grandioso da Rockstar nos últimos anos”. Ao que parece, não só a cidade de Los Santos estará presente, mas o lado mais pro interior, algumas montanhas e regiões suburbanas também serão cenários para suas missões, quests auxiliares, ou para o seu bel-prazer em dirigir sem rumo pelas auto-estradas.

 O cenário é baseado no sul da Califórnia

Já sei que esse carro ou vai explodir, ou vai voar pra fora da highway.

Ainda não temos informações oficiais sobre o lançamento, nem sobre quem será o personagem ou sobre qual história irá se desenrolar. Já houveram alguns boatos como o fato de que alguns personagens de outros GTAs anteriores podem aparecer (como o Claude de GTA III apareceu em San Andreas), e também um outro boato de que seriam mais de 1 personagem principal. Mas infelizmente, só boatos.

Seria esse cara o Tommy Vercetti, de Vice City??

 

Qualquer novidade postarei aqui.

 

[Tweet Post] Modern Warfare 3

Pra quem não sabe, Call of Duty Modern Warfare 3 foi lançado agora dia 8, e além de seu trailer polêmico onde uma garotinha explode na frente do jogador, outro assunto está tomando de assalto os sites de review: os User Scores.

Basicamente, todos os jogadores estão dando notas baixíssimas pro lançamento da Infinity Ward, e nem mesmo o modo Multiplayer, que sempre sustentou a sobrevida após a campanha terminada, está sendo poupada.

Alguns jogadores chegam a dizer que o jogo é “um desenvolvimento preguiçoso, aliado à idéias velhas e recicladas sem qualquer inovação”.  Até o momento da publicação deste post, o User Score no Metacritic.com era de 2.7/10, o que é realmente um alerta vermelho pro jogo.

Eu particularmente acredito que a série como um todo precisa dar uma melhorada e sair do esquema Rails + Cutscenes, e existe possibilidade pra isso. Mas se por acaso ficar confirmado o “fiasco” que os jogadores querem pintar no jogo, será uma prova cabal que a Infinity Ward (produtora da saga Modern Warfare) sabia o que estava fazendo, e que a Activision deveria ter deixado ela quieta.

[Tweet Post] GTA IV em Street View


Você curte GTA IV? Está ansioso pra saber detalhes sobre GTA V (que deve ser anunciado oficialmente dia 2 de novembro, com lançamento esperado para Outubro 2012)? Então curta esse link aqui e passeie por Liberty City usando o Street View do Google. Dá pra encontrar várias partes que foram memoráveis no game, e ainda voltar em locais que você não teve tanto tempo de ver quando jogou!

Se você é fã, vai curtir esse site. Acesse: http://www.gta4.net

[Tweet Post] Batman Arkham City – Launch Trailer

Essa semana entrará para a história dos games como a semana onde saiu a sequência mais esperada de um dos melhores games de super-herói já feitos: Batman Arkham Asylum. O jogo deve estrear em prateleiras americanas no dia 18 de outubro, e teve seu lançamento confirmado para o dia 21 aqui no Brasil.

Desde ontem já pipocam reviews, vídeos e análises sobre o jogo, e pode esperar que em breve também teremos uma por aqui (óbvio). Enquanto isso, fique com o trailer de lançamento do jogo, num carater especialmente cinematográfico.

 

 

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[Game ON] Portal 2 – Resenha


Valve não brinca em serviço. Na sua política de criação de games, deve ter algum parágrafo que cita claramente que os games devem ser desafiantes, bem feitos, e precisam ser bem-humorados. Portal (PC, Xbox 360, lançado em 2007) apresentou aos jogadores personagens que serviriam de base para vários momentos memoráveis durante o jogo, e para referências culturais para os anos que se passaram (sendo que “The Cake is a Lie” é a maior delas). Passados 3 anos, a Valve anuncia o lançamento de Portal 2 (PC, PS3, Xbox 360), com mais fases, mais desafios, e um inédito (e muito bem desenhado) modo multiplayer.

Para quem jogou Portal, não existe nenhum mistério. Para quem não jogou, aconselho parar esta leitura e ir jogar; você está perdendo um dos melhores games da geração atual. O game é um “FPP”, ouFirst Person Puzzle, baseado num sistema de portais, onde o azul dá caminho pro laranja e vice-versa, ambos provenientes da sua arma, e por essa mecânica você resolve vários quebra-cabeças dentro das intalações da Aperture Science. Tudo sendo observado pela inteligência artificial chamada GLaDOS (Genetic Lifeform and Disk Operating System), que comenta sobre sua performance, avalia suas ações, e te promete bolo quando acabarem os testes.

 

Portal 2 começa com uma cena interessante, com seu personagem sendo acordado por uma inteligência artificial, que vem a ser um novo integrante do jogo. Um “core” chamado Wheatley tem a função de te acordar para uma Aperture Science que realmente está bem diferente daquela do final do jogo anterior, e você muito provavelmente tem alguma coisa a ver com isso. O jogador volta ao controle da personagem muda do game anterior, Chell, e logo é posto de volta a mesma rotina de avançar por salas com plataformas, mecanismos e cubos de peso para resolver como se abre a próxima porta.

Não é nenhuma novidade, mas GLaDOS também está de volta. Mais ácida, mais irônica, e mais mandona do que no game anterior, a inteligência artificial não faz nenhuma questão de esconder que está magoada porque você quase a destruiu. O grande lance deste ressurgimento é que por mais inevitável que seja, você vai querer fazer.

 

E assim você começa a sua jornada por novos cenários da Aperture Science, ainda sofrendo com os avanços do tempo depois da sua última aventura por lá, mas com a mesma áurea do game anterior. O grande diferencial desta vez é que você passa a conhecer um lado da empresa que você nem fazia idéia, e pela sua jornada temos a impressão que viajamos no tempo por toda a história da Aperture Science. Numa clara demonstração de que a Valve conhece seus jogos e o universo onde eles se apresentam, passamos por locais abandonados de experimentos não comercializados, sob a voz deCave Johnson (dublado brilhantemente por JK Simmons), conhecemos um pouco do lado empreendedor do figurão da Aperture Science, e da voz dele você percebe como que GLADoS recebeu sua personalidade passiva-agressiva, ainda que robótica.

 

Uma das coisas que você vai perceber logo de cara é a dublagem dada a cada personagem. GLaDOS, Wheatley, Cave Johnson e até mesmo a voz de anúncio das instalações são bem personificadas, e o destaque também vai para Wheatley. É possível imaginar como ele seria, caso fosse humano, somente levando em consideração sua voz (com sotaque britânico), e suas “expressões faciais”, mesmo sendo ele somente um core que se assemelha à um olho gigante.

 

A mecânica do game se mantém fiel às origens, mas levam no pacote boas adições, sendo algumas delas na forma de fluidos. Durante o jogo, ao passar pela invenções que acabaram não sendo distribuídas, você tem novas formas de resolver quebra-cabeças. Temos o fluido azul, o laranja e o branco. Explicando de maneira bem simples, o fluido azul é de repulsão, o laranja é de impulsão, e o branco é um “fluido portalizante”. Ao aplicar cada fluido nas superfícies, você consegue pular mais alto, correr mais rápido e abrir portais onde quiser. Em nenhum momento você carrega ou guarda estoques destes fluidos, e eles só aparecem em determinados momentos do jogo. Mas mesmo assim, não é só porque você sabe onde eles estão que será fácil usar ou resolver os puzzles onde eles entram.

 

Outros detalhes que mudaram foram os diversion cubes, que mudam trajetórias de raios, os block cubes, que servem de “chave” para algumas balanças, e a volta dos companion cubes, com seus distintos corações no meio da caixa. Ainda surgem como novidades as pontes de luz, que também podem ser manipuladas por portais, ou usadas como escudos, e alguns pontos de flutuação que podem levar cubos, fluidos e até você para outras partes das salas onde você está no momento, enquanto estiver dentro do feixe de luz.

 

Não houveram muitas mudanças nos controles com relação ao game anterior, até porque somente 3 ou 4 botões são realmente fundamentais para todo o jogo no modo singleplayer, mas com uma nova função: a inclusão do zoom. Fica bem mais fácil usar as armas com essa função, principalmente porque o tamanho médio das salas e dos locais por onde você passa aumentou bastante com relação ao game anterior, principalmente nos 2 terços finais.

 

Portal 2, assim como seu antecessor, se baseia num sistema de erros-e-acertos para chegar ao fim de uma determinada seção, e pra isso o game confere o mesmo autosave que já vinha presente anteriormente, para evitar voltar muitos passos a cada tentativa frustrada.

Falando no cenário, a parte gráfica também dá show, mas com certas ressalvas. Portal 2 não é conhecido por ser um explorador da sua placa gráfica, e os cenários são realmente bonitos, mas ter usado a engine de Half Life 2 talvez foi um pouco puxado. Não existem grandes momentos onde a parte gráfica é realmente exigida, mas os sinais de cansaço da engine estão ficando um pouco claros. Ainda assim, visualmente o jogo é bem representado, com destaque para as partes escuras onde Wheatley ilumina o seu caminho por uma seção praticamente sem vida.

 

E quando você acha que já viu tudo sobre Portal 2, ainda temos o modo multiplayer, que por si só já é uma grande novidade, mas vem com mais brindes do que o esperado. Nesta seção, você joga com 2 novos personagens ao mesmo tempo, sendo que um controla oAtlas, e o parceiro controla o outro personagem P-Body. O grande diferencial desta parte fica na resolução dos puzzles. Muitas vezes, você estará numa seção da sala, enquanto seu amigo estará em outra localização, e a dependência entre os dois é fundamental para avançar no jogo. Neste modo, você também pode expressar suas emoções através de gestos, o que só provoca raiva na GLaDOS, já que este robôs são subprodutos dela numa tentativa de substituir o uso de cobaias humanas, e em tese não podem demonstrar emoções.

 

A jogabilidade deste modo sofre algumas alterações, mas que são mais focadas em facilitar o trabalho em equipe. Agora quando você quiser indicar um local para seu amigo atirar seus portais, você olha pra tal local e aciona um indicativo, que aparece na tela do seu parceiro, e ele executa a ação. Ainda é possível acionar uma contagem regressiva na tela para que você e seu parceiro sincronizem as ações pedidas durante o jogo.

A resolução dos puzzles nesta seção me pareceu mais próxima ao game anterior, mas com um pouco mais de evolução levando em contas os adicionais de jogabilidade desta nova versão, como os fluidos. O mais interessante é a quebra de linearidade da parte multiplayer, o que faz você passar por algumas salas mais de uma vez, numa espécie de labirinto entre puzzles.

 

Uma das diferenças que temos no modo multiplayer é realmente a ausência total de storyline, e que confere um caráter exclusivamente puzzle pro modo de 2 jogadores. Não que isso seja ruim, mas neste caso um detalhe passa a incomodar bastante: os loading times, já que basicamente você passeia de sala a sala, e entre cada um temos um loading até demorado.

Ainda neste modo, os donos da versão de Playstation 3 e de PC levam uma pequena vantagem com relação aos donos de XBox, já que quem compra o jogo pro PS3 podem linkar seus perfis com suas contas no Steam e baixar o game no PC de graça, e ainda usar seus amigos do Steam como parceiros para jogar em qualquer um dos dois sistemas. E em qualquer sistema, o modo multiplayer pode ser jogado online e offline.

O que mais me agradou ao jogar Portal 2 foi realmente ter certeza que a Valve sabe o que tem nas mãos. Seja por momentos irônicos da GLaDOS (“Your test results are back: You’re stupid. And we were not testing for that!”), seja pela passagem no tempo promovida nas viagens da história da Aperture Science, você se sente envolto no universo do jogo e percebe a expansão que foi dada ao mesmo.

Portal 2 não é somente um segundo jogo de um grande game (que já é um clássico pra mim), é uma das melhores representações de como uma sequência deve ser feita, expandindo idéias, adicionando novidades e otimizando o que já era bem feito. Jogar o modo single-player já é uma experiência nova, e a adição de um modo multiplayer é mais do que bem-vinda. A Valve não caiu na fácil armadilha do “tudo de novo”, e entregou um jogo grande, divertido, bem feito, e que respeita os fãs da franquia. E mais uma vez, cumpriram seu papel.

[New Game] Blog de Uncharted 3

Ok, confesso, Uncharted 3 é um dos jogos mais aguardados pra este ano, mas infelizmente é o mais longe. Teremos Gears of War 3 na semana que vem, Batman: Arkham City no fim de Outubro e Uncharted 3 em Novembro.

Novembro parece há anos de distância…

Talvez por isso, Uncharted 3 seja o que ainda está mostrando mais eventos de marketing mais legal do que os demais. E a última delas, é um pseudo-blog com entradas que servem de prólogo da aventura principal, e contém imagens, textos  e traduções sobre eventos que irão ser mais detalhados durante a aventura.

Não me cansei dessa imagem ainda…

Você pode acessar o blog no endereço www.misteriodedrake.com.br, e já começar a se ambientar com alguns detalhes do próximo grande lançamento do Playstation 3.

 

 

[New Game] Uncharted nas areias.

Uncharted 3: Drake’s Deception é um dos jogos mais aguardados desse ano, e isso é um fato. Como terá partes do jogo em que você passa pelo deserto de Ubla, a Sony contratou a artista Natalya Netselya para representar algumas das imagens de divulgação do game no formato de areias contra luz, e o resultado é espetacular. Confere no vídeo abaixo.

Sem comentários…

Uncharted 3 está com a data de lançamento programada para 1º de novembro de 2011. Será exclusivo para PS3, e está demorando muito pra Novembro chegar.