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[New Game] Os games que vem por aí!

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Confira abaixo alguns vídeos sobre os próximos games a serem lançados!

Lost Planet 2: Dez anos após os eventos do primeiro jogo, Lost Planet 2 promete a mesma ação explosiva que seu antecessor caracterizou, no mesmo planeta perdido. Porém, desta vez, efeitos climáticos derreteram partes do gelo e revelaram trechos de selva que abrigavam criaturas gigantes que você e seus 3 amigos em modo cooperativo terão que derrotar. Existe a opção de se jogar offline e ter 3 bots controlados por computador para te acompanhar, mas como eles deixaram a maior parte do trabalho pesado para você, é melhor arrumar 3 amigos reais. O modo multiplayer também retorna, com até 16 pessoas se enfrentando em batalhas na selva, e essa mudança de ambientes (do gelo para o verde) deu um toque extra aos cenários do jogo. Lost Planet 2 deve ser lançado na segunda semana de Maio, para PC, PS3 e XBox 360.

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3D Dot Game Hero: A primeira vista este jogo poderá não te chamar a atenção, mas o visual colocado no jogo aliado às memórias de alguns dos melhores jogos de ação/aventura da era dos 8 e 16 bits, podem fazer com que você mude de idéia. 3D Dot Game Hero é uma mistura da jogabilidade de Legend of Zelda, gráficos da série Lego, envoltos numa ambientação clássica de 8 bits, e esse retorno ao nostálgico mundo dos RPGs de aventura faz com que você invista 10 minutos neste game. O próprio jogo brinca com essa questão de ser 2D/3D, com o nome do reino sendo Dotnia, e com o rei decretando que de agora em diante, o mundo será tridimensional! Logo de cara na seleção de personagens, você percebe que a customização pode ser feita ponto a ponto, e você tem a liberdade de criar seu próprio herói. É praticamente impossível ver o trailer do jogo e não fazer uma associação imediata com The Legend of Zelda, principalmente nas fases iniciais e nas armas iniciais. 3D Dot Game Hero deve sair no final de maio, e é exclusivo pro PS3.

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Super Street Fighter IV: Ok, eu já confessei aqui que estava um pouco iludido com a situação de Street Fighter IV e Super Street Fighter IV, afinal, lançar dois jogos bastante semelhantescom apenas 1 ano de diferença não deixa de nos dar a sensação de que a Capcom poderia ter feito algo melhor, e ter lançado somente 1 jogo. Mas mesmo assim, Super Street Fighter IV tem seus méritos. Além dos 10 novos personagens (totalizando 35) e das fases bônus acrescentadas, entram também novos cenários, novos golpes e novos especiais, que você poderá escolher qual usar antes de cada luta. Super Street Fighter IV já está disponível para PS3 e XBox.

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Red Steel 2: Red Steel foi um dos jogos lançados junto com o Nintendo Wii, e seu visual em Cell Shading fez bastante sucesso entre o público (possivelmente devido à ausência de títulos Hardcore) a ponto de garantir uma sequência. Agora Red Steel 2 promete mais ação na mistura de armas e espadas, te levando de locações samurais High Tech até autênticas cidades fantasmas de filmes americanos. Toda a ação é controlada pelo WiiMote e pelo Nunchuck, seja as partes de tiro ou os quebra-cabeças, seja usando suas espadas. Na hora das finalizações, o WiiMote Plus usa sua sensibilidade mais apurada para promover movimentos de finalização mais específicos, criando um show à parte. Red Steel 2 já está disponível para Nintendo Wii.

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[New Game] – As novidades que vem por aí!

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Enquanto o Review de God of War 3 não fica pronto, vou deixar aqui 3 dicas de jogos que estão pra sair e que podem ter dar uma nova perspectiva de como os jogos podem mesclar jogabilidades sem ficar confuso. Quem sabe o pessoal que fez Brutal Legends não aprenda alguma coisa interessante?

Splinter Cell Conviction – Se você ainda tinha dúvidas de qual jogo vai comprar para o XBox 360, este definitivamente é um must buy. Para aqueles que acompanham a série, que está lançado o seu sexto jogo no dia 13 de abril, é uma excelente oportunidade de rever Sam Fischer, o mais qualificado agente da unidade especial Third Echelon, retornando à ativa.

Sam Fischer

Não se deixe enganar pelos cabelos brancos…

A história se desenvolve dois anos após os eventos de Splinter Cell: Double Agent, com Sam indo atrás da verdade sobre a morte de sua filha, após descobrir que na verdade, não foi um acidente. Rompendo ligações com sua antiga agência, a Thir Echelon, Fischer se vê sendo caçado pela nova versão de sua antiga empregadora, agora envolvida em burocracia e negócios obscuros. Após seguir alguna passos que levariam ao assassinato de sua filha, Fischer descobre estar no meio de uma ameaça muito maior, como a destruição de Washington DC.

Escudo humano

Nem todas as equipes de elite juntas são páreos para Fischer…

Após 3 anos que separa Double Agent de Conviction, não é de estranhar que alguma novidades interessantes apareçam na jogabilidade, e com certeza Fischer aprendeu muitos truques novos que pretende colocar em prática. Uma das inovações presentes, é a chamada Last Know Position, onde Sam se esconde atrás de algum objeto após ser visto, e rapidamente troca de lugar, dando a impressão aos seus perseguidores de ainda estar naquele local, e abrindo a retaguarda para tirar cada um deles no modo stealth. Além disso, mesmo estando sem poder contar com a ajuda da Third Echelon, Fischer terá acesso à novas armas e upgrades, além de se mostrar no auge de sua capacidade física e agilidade.

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Splinter Cell: Conviction sai no dia 13 de abril, para XBox 360 e PC.

Just Cause 2 – Vou começar dizendo que eu não fazia idéia de que havia um jogo anterior, e isso aumentou a minha curiosidade com relação à ele. JC2 conta a história de um mercenário do estilo “one man Army”, cuja principal função é criar o caos em uma região para que o grupo rebelde que o contratou possa entrar e tomar o poder. Ok, a história não é o foco que chamou a minha atenção, mas se você reparar nesse gameplay, vai entender do que estou falando.

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Armado com um arpão duplo e bastante munição e granadas, “The Scorpio” é capaz de fazer os movimentos mais absurdos para provocar a destruição e enlouquecer seus alvos. A mistura de engines quando joguei o demo me pareceu sólida, embora alguns controles ainda estavam bem imprecisos. Just Cause 2 deixa o jogador livre para o que quiser fazer, desde que tenha seus inimigos na mira e o alvo do seu arpão dentro do alcance. A destruição que você pode causar aparentemente não tem limites, e sua munição pode ser reposta das mãos de um inimigo caído. Claro que quando fui tentar refazer os movimentos do gameplay acima no demo, nada deu certo, e a granada que joguei aos meus pés foi a minha causa mortis umas 3 vezes.

Rico The Scorpio

Objetivo: Criar Caos.

Embora não seja um jogo com publicidade ou atenção suficiente para disputar títulos contra outros games do mainstream, Just Cause 2 pode ser uma nova fronteira que se abriu no que diz respeito à engines diferenciais trabalhando em conjunto. Uma das produtoras deste jogo é a Eidos Interactive, que recentemente lançou Batman Arkham Asylum (e logo depois comprou a desenvolvedora do game, a Rocksteady Studios), e já anunciou que vai lançar Batman Arkham Asylum 2 (título provisório). Como o teaser inicial mostrou, aparentemente este segundo jogo será ambientado em Gotham City, e algumas das armas que Rico usa, Batman já possui, como o arpão (grappling hook) e o para-quedas (a capa). Pode ser uma especulação idiota, mas acredito que Just Cause 2 vai servir para alguma coisa grande!

Parachute

Pelo que diz a produtora, o limite do jogo é a sua imaginação!

Just Cause 2 está disponível para PC, PS3 e XBox 360.

Dead to Rights Retribution – Não sei se alguém mais percebeu isso, mas o subtítulo Retribution é um dos que melhor se encaixa neste caso. A série Dead to Rights teve seu debut em 2002 como um exclusivo para XBox, mas posteriormente saíram versões para Playstation 2, PC e GameCube. A recepção do jogo não foi uma das melhores, pois apresentava um sistema de câmera confuso e um nível de dificuldade bem além dos demais jogos do gênero. Por outro lado, tinha uma história interessante e um tempo total de jogo bem maior do que a média dos demais de seu gênero. E agora, quase 8 anos após o seu lançamento, a Nanco anuncia o lançamento de Dead to Rights: Retribution, que marca a estréia da franquia nos consoles da geração atual.

Dead to Rights 2

Um jogo bom pra cachorro… #turumpss

Retribution está prestes a entrar num tipo de jogo já bastante saturado por outros excelentes exemplos (só nesta matéria temos dois!), mas que pode se sobressair caso consiga apresentar algo que os demais não possuem (sacou? Retribuição?? ahn, ahn??). Dead to Rights sempre foi conhecido pela presença constante do seu parceiro canino ao seu lado durante as suas missões, mas um detalhe extra acrescentado neste jogo me deixou curioso: em algumas seções, você vai controlar o cachorro. Antes que você pense bobagens, saiba que o cachorro é treinado em táticas de stealth, além de reconhecer munições e armas e trazer para o seu parceiro.

Dead to Rights

Dead to Rights mistura tiroteio e meele combate…

O jogo não teve maiores detalhes anunciados, e nem ao menos sei se ele será lançado neste ano ainda. Porém, como é um estilo de jogo que me agrada bastante, com certeza vou deixar a dica de que vale a pena conferir os reviews após o lançamento, e decidir pela sua compra.

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*Em tempo: O review de God of War 3 está quase pronto. Aguardem!

[New Games] Demo de God of War 3 – Review

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Está disponível na Playstation Network para os donos de PS3 (ou para aqueles que ainda conseguem ligar os seus consoles, hehehe) o demo que foi apresentado aos jornalistas especializados na Eletronic Entretainement Expo 2009. God of War 3 vai contar o final de história de Kratos e sua vingança contra os deuses do Olimpo, e especialmente Zeus. O demo foi  lançado dia 28, para marcar os últimos 15 dias de espera para o lançamento mais aguradado de 2010, mas o que os gamers vão ver nesta demo será exatamentea mesma versão de 2009.

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Kratos está pronto para a estréia… E com sede de VINGANÇA!!!!

[JOGABILIDADE]

As Blades of Athenas estão com vários movimentos do game anterior, God of War 2. Os movimentos especiais também estão lá, e algumas mudanças muito bem vindas foram acrescentadas. Agora é possível agarrar um dos seus oponentes e usá-lo como barreira enquanto corre em direção aos demais inimigos. É um acréscimo na jogabilidade que ainda ajuda na estratégia, pois é uma maneira de fugir de uma situação complicada e ainda atingir seus oponentes.

Outra mudança muito bem vinda é com relação aos Quick Time Events. Antes, nos games anteriores, os botões a serem apertados apareciam na frente da ação, e muitas vezes você tendo que prestar atenção na sequência perdia o que ocorria na cut-scene. Agora, os botões assumem uma posição na tela análoga à sua posição nos controles, sendo que quando se é necessário apertar quadrado, na tela aparece o botão numa barra lateral à esquerda, e quando se é necessário apertar círculo, na tela aparece o botão numa barra lateral à direita, tal qual as posições destes botões no seu controle. Simples e intuitivo, você consegue saber qual botão apertar e não perde a cena da luta.

Existe ainda uma seção na qual você controla Kratos com as suas asas de Ícaro, movimentando por um corredor vertical desviando de obstáculos, e a jogabilidade está fluida mesmo com a mudança de direção. É claro que só porque você está ocupado voando não quer dizer que a ação acabou, e você consegue ver um colosso destruíndo a cidade exatamente no ponto em que você vai aterrisar. Como esperado, o demo já se mostrou bem frenético, e não poderíamos esperar nad diferente em se tratando de God of War 3.

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O nível de detalhes ainda com o jogo incompleto já impressiona…

[GRÁFICOS]

Como falei, essa versão é a mesma de 2009, e vários efeitos e filtros ainda estão a serem acrescentados. Além disso, a definição do jogo ainda está em 720p (mas não sei se será em 1080p) e a framerate está variando visivelmente, com o movimento do personagem sem aquela fluidez esperada para um jogo de última geração. Posto isso, qual foi a minha impressão sobre os gráficos? Estão muito além do que eu esperava. Sim, eu estou cinete do que foi lançado como demo, mas baseado no que ví lá, o jogo final deve ficar com um aspecto ainda melhor ao que eu imaginei.

Os golpes com as Blades of Athenas estão extremamente realistas. Você sente que chamas estão subindo a cada impacto delas com o chão, e em uma determinada parte escura do game elas te mostram o caminho ao serem usadas. Mesmo paradas às costas de Kratos, o vermelho vivo desenhado nas lãminas chama a atenção como se fosse algo vivo, e o estúdio Sony Santa Mônica soube se aproveitar disso, com closes de câmera bem perto atrás de Kratos. Até mesmo as orbs que o espartano encontra durante a sua jornada receberam um tratamento melhorado. Agora, elas iluminam mais o ambiente, e a sensação que tive foi que eram realmente pontos de luz colorida caminhando ao redor da sala, dado o grau de cuidado que a iluminação e a sombra se processaram naquele momento.

Durante as batalhas, os efeitos de faísca (do choque de uma arma contra uma defesa, por exemplo), o fogo levantado pelas Blades, as flechas feitas de energia do arco de Kratos e os golpes dos inimigos estavam bem representados, naquele caos de batalha que os fãs da série aprenderam a “ler”. É um outro ponto que deve receber melhorias até a finalização do jogo, mas já me deixou bem empolgado sobre os combates.

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Peito de Leão, Cabeça de Bode e rabo de Serpente… é o Chimera!!!

[INIMIGOS]

Uma coisa logo de cara me chamou a atenção sobre os inimigos: o nível de detalhes deles está tão profundo quanto o design do personagem principal. Você consegue perceber a carne em decomposição embaixo das armaduras dos seus inimigos, e quando um deles é derrotado pela maneira “sutil e delicada” que Kratos aplica aos seus desafetos, o sangue jorra e mancha a armadura e o corpo do herói espartano. O mesmo ocorre com os golpes, e você percebe os ferimentos na pele de Kratos, que só se recuperam com as orbs verdes.

Outro ponto positivo: o número de inimigos na tela impressiona. Claro que quando eu estiver lá apanhando deles eu vou repensar a respeito dessa multidão de inimigos, mas a princípio é muito satisfatória, principalmente pela facilidade que essa quantidade proporciona para criar combos de mais de 150 hits. Logo no início do demo você enfreta cerca de 20 minions e mais um centauro, e não percebi nenhum lag na imagem mesmo com os efeitos de explosão e fogo para todos os lados. Isso sem falar no Colosso que bagunçava uns prédios ao fundo de onde eu estava.

É claro que em vários jogos atuais a quantidade de inimigos tende a ser grande, mas aqui todos eles querem tirar um pedaço seu. Não é como outros jogos onde você tem tempo de pensar, esperar o ataque, contra-atacar e partir para o seguinte (cof*AssassinsCreed2*cof), e se você ficar na defesa esperando por uma brecha, não irá se mover. Eles atacam em massa sem muita organização, e cabe a você criar os seus contra-ataques.

Só mais dois detalhes: no demo também está presente o Chimera, o bicho da foto acima, com peito de Leão, cabeça de Bode e cauda de Serpente. E cada uma destas partes tem uma estratégia diferente de ataque; Mais pra frente, alguns dos seus inimigos se juntam e formam a famosa “Tortuga”, juntando os seus escudos para a proteção de um “objeto”. Atacar sem estratégia também não vai surtir efeito, e é preciso explorar as suas opções.

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As legiões romanas ficaram orgulhosas da sua invenção sendo usada!

Para acalmar a nossa espera, tome vídeos sobre God of War 3!! O lançamento está marcado para o dia 16 de março de 2010.

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[New Games] Dante’s Inferno

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Dia 9 de fevereiro o tão aguardado jogo Dante’s Inferno chega às lojas para delírio dos fãs após vídeos e mais vídeos de demonstração aparecerem na internet. Porém, após ver alguns reviews, como o da Gamespot, IGN e Gametrailers, eu tive que colocar um freio nas minhas expectativas, para evitar cair na bobeira de achar que um jogo é sempre tudo aquilo que prometem (vide Brutal Legends). A primeira impressão, que se manteve mesmo após eu jogar o demo, foi de que Dante’s Inferno é uma variação do gênero Hack’ n’ Slash e que inegavelmente teve influência de God of War, um dos maiores deste gênero. E isso é ótimo! Só que como a história recente mostra, demos podem ser bem traiçoeiros (de novo, Brutal Legends). Acompanhe aí um compilado de reviews e tome a sua decisão. E sim, eu vou comprar esse jogo, porque eu não aprendo!!

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Divina Comédia é para os fracos!!

A primeira coisa a se notar no jogo é o visual. O game mistura em boa proporção cenas de CGI, vídeos em alta definição e animações, estas sendo utilizadas principalmente para contar o passado do personagem, e como ele chegou até onde está. Outro detalhe visual que me chamou a atenção foi a respeito dos cenários. Por ser uma história de ficção, o que conta é a criatividade da equipe de design de fases e personagens, e eles conseguiram se sair bem.

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Dante’s Inferno tem uma boa mistura de CGI e animações

Segundo a história, após retornar das cruzadas, Dante encontra sua esposa Beatrice morta e vê Lúcifer (ou Satã, Capeta, Belzebu, como quiser chamar…) aparecer e levar a alma de sua amada para o submundo do inferno, já que Dante está exonerado de seus pecados passados e futuros, por prometer lutar pelas cruzadas e receber a benção do Papa. Sendo assim, Dante precisa passar por todos os círculos do Inferno (9 no total), possivelmente um de introdução, um para cada um dos pecados capitais, e talvez um final onde ele encontra Lúcifer. Os cenários e inimigos são tematizados de acordo com o círculo no qual ele se encontra.

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Nem a Dona Morte consegue parar Dante…

É claro que nem tudo são flores, e existem alguns problemas notáveis durante o jogo. Na primeira parte do jogo, os cenários são grandes, detalhados e bem interativos, mostrando o que acontece ao redor do seu ambiente enquanto você desenvolve a história. Cidades são destruídas, Titãs vão sendo derrotados, e a agonia e o pânico do inferno estão bem presentes. Após a segunda parte, tudo se resume à ambientes fechados com vários inimigos, o que perde a sensação de que você é um mero mortal no meio de algo muito maior, o que te dava a sensação de que você está completando algo de grandioso no meio ao caos. A repetição dos cenários nesta terceira parte é gritante, e impressão que tive ao ver os reviews é de que acabaram as idéias, e a equipe de desenvolvimento nem ao menos tentou trazer de volta algumas idéias originais da primeira parte.

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Concept Art de um dos primeiros levels.

Quanto à jogabilidade e aos combates, a promessa de Dante’s Inferno é ir um pouco além de onde os últimos Hack’ n’ Slash pararam. Durante as batalhas alguns rápidos Quick Time Events irão aparecer na tela, e sua escolha de como finalizar um inimigo (“Exorcizar” ou “Executar”) irão render pontos que só podem ser utilizados no caminho que você escolheu para obter estes pontos: se executar um inimigo, poderá aumentar suas habilidades no modo “UnHoly”, enquanto que exorcizar rende upgrades para o modo Holy. Outra grande diferença com relação a God of War será a aparição de outros controles para finalizar seus oponentes, como por exemplo usar as alavancas direita e esquerda para partir um inimigo ao meio após um air combo, ou um “micro-especial”, onde Dante crava a sua foice no inimigo e finaliza com o poder da cruz que carrega. Fora isso, ainda existirão no game várias Relics, que dão determinadas habilidades para Dante, mas só podem ser equipadas em grupos de 3 ou 4. Isso garante um pouco mais de profundidade ao jogo sem cair no “quase-rpg”, pois o jogador tem a opção de habilitar as Relics que mais gosta e usá-las independente de onde está. Infelizmente, as seções de plataforma e os puzzles são bem conhecidos, mas que se encaixam na jogabilidade de maneira dinâmica, sem interferir no decorrer do jogo.

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Os Titãs irão fazer falta mais perto do fim do jogo…

O meu veredito final continua o mesmo: Dante’s Inferno merece e muito ser levado à sério. É uma “cópia” de God of War?? Sim, e isso é realmente interessante. O apelo visual da violência e nudez também está presente, e em algumas partes esse apelo é desnecessário, mas ainda assim, nada que mude a idéia principal do jogo (como ocorreu em Bayonetta). Dante’s Inferno será lançado dia 9 de fevereiro para XBox 360 e PS3, e uma versão de PSP também está prometida. Os donos de PS3 receberão em sua cópia alguns conteúdos extras, como Bônus, incluindo vídeos dos bastidores da produção e Concept Arts. Se acontecer do jogo decepcionar, e for metade do que promete, já vai servir como aquecimento para God of War III!!

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Se quiser, acompanhe os video-reviews da Gamespot e da IGN!! Ambos em inglês!

[New Games] Super Street Fighter IV

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A Capcom liberou mais alguns vídeos sobre a sequência de seu mais aclamado jogo de luta e uma das franquias de maior sucesso em todo o mundo. Super Street Fighter IV está marcado para lançamento em 27 de abril deste ano, pouco mais de 8 meses após o lançamento de seu antecessor, Street Fighter IV. Parece que a produtora ouviu a reclamação dos fãs, que se sentiram um pouco enganados com o lançamento de uma versão superior logo após comprarem suas cópias e está incrementando esta nova versão com mais personagens, mais modos de batalha e com o retorno dos clássicos mini-games do carro e do barril.

Adon e Sagat

Logo de cara, uma boa surpresa: tivemos a inclusão de mais 6 personagens, sendo 1 deles inédito. São eles:

  • Adon – Especialista em Muay Thai, rival de Sagat na série Street Fighter Alpha. Falastrão, gosta de se gabar dos seus títulos de luta, porém precisa vencer algum oponente mais forte para retomar seu prestígio.
  • Guy – Mestre de Bushin, era um dos personagens principais da série Final Fight, da qual o Street Fighter original foi derivado. Aparece na série Alpha.
  • Cody – Parceiro de Guy em uma das versões de Final Fight, também aparece na série Alpha, com aspecto de presidiário, que se manteve para a aparição neste game.
  • T. Hawk – Índio mexicano que foi apresentado no game Super Street Fighter 2, é um dos maiores personagens da série e utiliza técnicas de luta baseadas na sua tribo Thunderfoot.
  • Dee Jay – Lutador jamaicano (que na verdade é um músico!) que usa um estilo semelhante ao kickboxing, também foi apresentado no jogo Super Street Fighter 2.
  • Juri – A única novata do grupo, luta uma variação mais rápida do Taekwondo , e tem um sistema chamado Feng Shui Engine implantado no olho. Pelos vídeos de demonstração, ela tem uma personalidade ácida, zombando dos oponentes durante a luta.

Guy

Além da inclusão de novos personagens, a Capcom também prometeu algumas inovações na jogabilidade do game anterior, como a inclusão de 1 novo Ultra Combo para cada personagem, além de 2 novas opções de roupas para os personagens. Destaque para o easter egg na roupa do Zangief, que é a mesma usada por Haggar na série Final Fight, além de outra que me pareceu uma mistura de Colossus com Omega Red, ambos de X-Men. Além disso, outros modos de jogo estarão presentes, como Team Battle Online, tanto aberto quanto privado; uma modalidade que parece uma Survival Tournament, onde o vencedor continua no ringue, além de um modo onde você pode assistir vários combates como se fosse numa televisão, sem interferir na luta. Ok, esse modo eu também achei meio idiota.

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Trailer de Apresentação de Super Street Fighter IV

Dois aspectos que retornam à série (e que eu achei bem interessante) foram a inclusão de Bonus Stages como no clássico Street Fighter 2, com a fase dos barris e do carro para ser destruído, e a capacidade de “reconhecimento” entre os personagens como havia na série Alpha (e eu achei que estaria presente em SFIV). Agora, quando Ryu e Ken forem lutar por exemplo, vão trocar algumas palavras além de se cumprimentar, como já faziam em alguns outros jogos. Os novatos (El Fuerte, C. Viper, Abel, Rufus, Seth e Gouken, ale´m dos 6 desta versão) também irão reconhecer outros personagens.

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Novas roupas, novos combos, novas apresentações

Sobre os cenários, 5 novos foram adicionados, sendo um deles um arranha-céu em construção na cidade de Metro City, local onde os eventos de Final Fight ocorreram. Inclusive alguns personagens da série estarão no background observando a luta. Outro local interessante é o Solar Eclipse, na África, e conta com todo o cast the O Rei Leão observando a luta. E imitando alguns movimentos dos jogadores. Os cenários do jogo original foram tradizos também, e alguns deles levaram uma repaginada superficial, ou alguns melhoramentos locais na interação com os lutadores.

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Apresentação oficial dos novos personagens

Existe ainda especulações sobre mais novos personages, que ainda não foram anunciados (e nem ao menos confirmados que haverão), porém alguns sites especializados afirmam que podem entrar na dança (ou luta) Ibuki, Makoto ou Dudley, todos de Street Fighter 3, ou um outro personagem inédito chamado Hakan. Não existem muitos detalhes sobre eles até o momento, mas jornalistas que tiveram acesso ao jogo em fase beta afirmaram que a tela de seleção de personagens, mesmo com todos os novos incluídos, ainda tinha espaços travados, aumentando a especulação sobre ainda mais personagens a serem incluídos.

Juri e Cammy

Eu mesmo estava descrente quanto a esse lançamento, como mostrei na seção Epic Fail nesta matéria aqui. Mas depois de ter visto tudo o que foi acrescentado, modificado e melhorado, ainda por cima levando em consideração que a Capcom promete colocar o jogo por um preço abaixo dos lançamentos comuns como forma de agradar a quem comprou o jogo anterior, eu acho que podemos retirar o selo de Epic Fail. Eu nunca aceitaria um game com meses de diferença ter somente 4 personagens a mais (como me foi dito na época), mas parando para pensar eles estão colocando 6 novos, com possibilidade de chegarmos até 10, mais roupas diferentes e apresentações diferentes (que influenciam no fator replay), mais alguns modos de jogo (e quem sabe melhorar o sistema de Tournaments Online), e sim, podemos dizer que realmente é uma versão Super do clássico que já gostamos. Não que a Capcom vá se importar com a minha opinião, mas eu retiro (com orgulho) o que disse (ou escrevi).  Super Street Fighter IV será um game que vai valer a pena substituir o anterior.

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[New Game] Mais imagens de God of War III

New Games Post

É o jogo mais esperado de 2010 por vários jogadores, donos de Ps3 ou não. É o jogo que vai fechar uma trilogia de Deuses e guerreiros gregos. É Kratos em alta definição naquela que promete ser a mais desafiadora aventura da série. É God of War III.

Enquanto março não vem, nós vamos alimentando o monstro da expectativa com mais imagens do tão aguardado game da Sony Computer. Exclusivo para PS3, deve ser lançado no início de março. E sim, estou contando os dias para isto acontecer.

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E para finalizar, mais um trailer animal de Kratos em Ação!!!

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Você conhece a caixa de Pandora?

[New Game] Bayonetta – Impressões iniciais

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BayonettaCapaRecentemente baixei o demo de um dos jogos mais aguardados para o início do próximo ano: Bayonetta (PS3, XBox 360). Eu tinha poucas informações sobre o jogo, mas a mídia especializada dava bastante informações positivas sobre a jogabilidade, o visual e as inovações dos games. Pela curiosidade, peguei a cópia do Demo da PSN, e joguei pela seção que está disponível. É claro que logo fiquei com Devil May Cry na cabeça, e a comparação não é tão absurda assim.

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Poucas informações sobre a história são passadas pelo demo. O que pude notar, é que se trata de uma bruxa dos tempos modernos, que foi achada num baú no fundo do mar, sem qualquer lembrança sobre como foi parar lá ou quem ela é. O visual da protagonista chama a atenção, por vestir roupas de “couro” (?) e sempre se mostrar vem sensual. Por sinal, o nome dela é Bayonetta mesmo, embora baioneta seja o nome de um pequeno sabre que era acoplado na frente dos rifles na época de Napoleão. Quando você joga o game, percebe o porquê do nome, já que ela usa armas e espadas, no estilo Devil May Cry. É, usarei DMC como referência em vários momentos. Na demo, vemos algumas cenas que mostram a protagonista lutando contra anjos-com-cara-de-demônio, lado a lado de uma outra bruxa chamada Jeanne. A relação entre elas será mostrada no game completo, deixando somente pedaços curiosos nesta demo.

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A jogabilidade do game chamou muito a atenção. Embora lembre muito Devil May Cry, a única comparação válida é o uso de armas e espadas na mesma maneira. Porém, Bayonetta consegue levar a fluidez do controle a um passo adiante, sendo possível atirar em inimigos a distância enquanto já cria um combo com sua espada no inimigo próximo a voc. Em outras seções, você se depara com uma outra bruxa que anda pelas paredes de uma catedral, e sobe pelas paredes para enfrentá-la. O que me animou foi a mecênica de mudança de gravidade, de uma parede pra outra. Claro que já vimos isso antes, mas a facilidade com que a transição ocorre eu só tinha visto antes em Portal, da Valve. Um outro bom exemplo dessa mecânica é uma luta contra um sub-chefe que ocrre numa ponte que ele está sacudindo. Ah, esqueci de mencionar, esse sub-chefe tem 20 vezes o seu tamanho.

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Como todo bom jogo de aventura, Bayonetta tem lá seus clichés: você coleta auréolas de anjos caídos, que servem de moeda nas compras de upgrades, borboletas roxas que recuperam o seu MP, e ramos de arruda que recuperam seu HP. Achei interessante a adaptação de elementos míticos sempre relacionados ao universo dos anjos e demônios, ao contrário de pedras de cores diferentes. Além desses ítens, algumas armas de inimigos derrotados podem ser coletada e usada posteriormente, mas ela apresenta uma certa durabilidade. Com isso, as opções de combos diferenciados cresce, e o fator replay tende a aumentar. E em determinados momentos é possivel dar alguns golpes especiais, e em alguns desses golpes é possível “carregar” a força antes de lançá-lo contra os inimigos. No vídeo abaixo você confere algumas cenas de gameplay mostrando essa habilidade.

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A minha maior crítica, e talvez a única, é o fator apelação do jogo. Querem fazer um jogo com uma protagonista sexy, sensual, ok, isso não tem o menor problema. Mas cair para a apelação é totalmente desnecessário. A indústria dos games luta há um bom tempo para se desvencilhar da imagem de “brinquedo de criança”, e lançar um jogo onde a protagonista fica parcialmente nua só para dar um golpe especial pode ser muito legal para gamers adolescentes, mas não ajuda em nada a ganhar respeito da indústria em entretenimento, embora fature bilhões de dólares, e seja capaz de rivalizar com Holywood em faturamento. E sim, não adianta querer defender, é puramente apelação. De acordo com o jogo, Bayonetta tem um cabelo “especial”, e inclusive sua roupa de “couro” é formado por fibras do seu próprio cabelo. Quando vai lançar o golpe especial, ela usa todo o seu cabelo, ficando coberta somente por algumas faixas, enquanto que o restante se multiplica e invoca uma besta que devora seus inimigos. Visualmente é legal (o golpe, ok?), mas não justifica a semi-nudez.

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Por sinal, não quero ficar levantando bandeiras contra o jogo, até porque fora esse detalhe, ele tem muito potencial, inclusive por melhorar alguns detalhes num gênero muito bem representado por jogos como Devil May Cry e Ninja Gaiden, e que realmente eu curto muito. Só achei a apelação desnecessária. Podemos ter protagonistas femininas sem apelações, como a Samus Aran (da série Metroid) e Joanna Dark, da série Perfect Dark. Não precisa vulgarizar, perdendo a sensualidade e o respeito, para vender o jogo. Se fizer como está sendo mostrado na jogabilidade do demo, Bayonetta tem tudo pra ser um grande jogo. Mas não se prenda à minha opinião, jogue e julgue por você mesmo!

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Bayonetta já foi lançada no Japão, e estará disponível no Ocidente no dia 5 de janeiro para XBox e PS3, mas o demos já está disponível na XBLA e na PSN. Confira aí o preview da Gametrailers sobre o jogo!

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[New Game] Assassins Creed Bloodlines

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CapaEstive jogando um dos games para PSP que mais esperava esse ano: Assassins Creed Bloodlines, que seria uma continuação do jogo original de Playstation 3, além de servir de aquecimento para o próximo game, Assassins Creed 2. Infelizmente, o jogo é uma bomba. Bomba tão forte que merecia uma etiqueta diferente aqui no post, aquela que diz EPIC FAIL! #Pronto_falei. Um dos raros exemplos que a limitação do hardware não foi culpada, mas sim o cuidado nos detalhes! Ah, e que falta faz o segundo analógico!!

Vista da Cidade

A idéia de se trazer o universo e a jogabilidade de Assassins Creed para o portátil da Sony é ambiciosa, já que o game usa bastante a capacidade gráfica do PS3 para criar um cenário rico em detalhes e de pessoas, já que uma das principais funções do jogo é se fundir ao ambiente e se camuflar para realizar as suas missões como assassino. É claro que eu entendo todas as limitações do portátil da Sony, e para minha grata surpresa, o que dependia dessa limitação foi bem adaptada. Só que o jogo erra em todo o resto, o que teoricamente seria o mais importante do jogo, pois iria traduzir a experiência do primeiro jogo pra dentro do PSP.

Altair Luta de espadas

Por exemplo, uma das partes que eu mais gostava no primeiro jogo era atacar um grupo de guardas e depois correr e me esconder por entre os telhados. Isso está impossível de se fazer nessa versão, principalmente porque assim que você ataca um guarda, outros 5 logo te cercam e uma batalha até longa começa. Fora isso, a seção plataforma está horrivelmente mal feita. Você até consegue correr e subir nos telhados, mas em algumas partes (que se repetem insistentemente) Altair fica preso em locais que não há nada aparente que faça o personagem parar. E quando você insiste em ir por aquele local, o personagem demora para executar os seus comandos, seja indo para um outro lugar, seja se pendurando na borda quando você simplesmente queria pular na borda do prédio da frente. Acontece muito, e é bem frustrante.

Telhados

Outro ponto que deveria ser melhorado é a aproximação stealth. Ou melhor, melhorada não, criada, porque ela é inexistente. Em vários momentos, você está no topo de um prédio, espreitando a sua presa, e do nada ela começa a correr gritando que tem um assassino atrás dela. Sendo que você nem desceu do telhado. E em outras vezes, você está atrás da parede, sem qualquer possibilidade de seu alvo ter alguma visão do seu personagem, e lá vai ele correndo porque você está presente.

Inimigos

Um dos pontos positivos do game é a facilidade dos controles de batalha, embora a quantidade de inimigos seja um pouco exagerada. Os controles de contra-ataque estão bem preciso, e as animações da execução de um golpe estão bem feitas. Chega a ser satisfatório acertar um contra golpe para descontar as frustrações do jogo como um todo. O que atrapalha é a facilidade de inimigos brotarem da terra do nada, e alongar uma desnecessária luta.

Contra-golpe

Alguns dos movimentos do game original ainda estão lá fielmente representados, como atingir o topo de uma torre e sincronizar o Eagle Eye, para depois pular no Leap of Faith, com a mesma sensação do jogo anterior. Alpem disso, a animação do personagem está bastante fluida, e a movimentação de todos os envolvidos parece bem natural.

Leap of Faith

A história em si dá um certo prosseguimento ao game anterior, levando Altair e os demais assassinos em busca de uma outra arma que estaria de posse dos Templários, na ilha de Chipre, segundo informações da aspirante a amazona Maria, que teve sua vida poupada no game anterior. Para quem lembra do game anterior, Altair recuperou uma das Pieces of Eden, e embora mal explicado no final um pouco confuso do game, todas as Pieces juntas iriam revelar a localização do Santo Graal, objeto que a Abstergo Industries procura.

Dialogos

As adaptações para que o hardware suporte o jogo mencionadas ficaram até bem aceitáveis, e obviamente você não tem uma cidade completa carregada de personagens. Na verdade, existem portões na cidade, que exigem um pequeno loading quando você atravessa de uma parte da cidade à outra, mas nada que realmente faça o jogador ficar esperando. Nas cidades também não existem muitas pessoas ao redor, que vão aparecendo pela cidade por onde você passa. E em vários momentos, algumas dessas aparições são guardas, o que cai na problemática do alongamento das batalhas que citei no parágrafo anterior. Infelizmente, o segundo analógico do PSP realmente mostrou que deveria ter sido incluído na remodelagem do console, pois o sistema de câmeras neste game é patética. Segure o L e use os botões de ação para direcionar a câmera, e perca tempo precioso tentando achar uma posição para enxergar o que precisa. É um sistema retroativo, nada prático e nem um pouco intuitivo. Que falta faz o segundo analógico!

Eagle Vision

Se você for jogar Assassins Creed, saiba que é uma versão que tem defeitos, mas pode te divertir bastante (até chegar o Assassins Creed 2, como no meu caso!), mas infelizmente o jogo não será um grande adicional à história do jogo. Em resumo, Assassins Creed Bloodlines tem alguns excelentes momentos, mas infelizmente falha em capturar a essência da jogabilidade e imersão do seu antecessor.

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[New Games] Uncharted 2: Among Thieves

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Uncharted 2 capaEsse review de Uncharted 2: Among Thieves pode ser resumido em uma frase: É tudo que uma sequência deve ser. O jogo leva em consideração tudo o que deu certo no primeiro, melhorou o que havia de reclamações, e conseguiu encaixar mais um enredo interessante levando em consideração lendas arqueológicas contemporâneas que agradam aos jogadores do gênero de aventura, lembrando bastante as aventuras de Indiana Jones e Tomb Raider, com exploração, paisagens exóticas e inimigos armados.

Uncharted 2 Cenários antigos

Não existe moleza na vida de um caçador de recompensas, e Nathan Drake se vê às voltas com mais um enigma das civilizações antigas, desta vez envolvendo o navegador Marco Polo, e o misterioso acidente que dizimou várias de suas embarcações. Supostamente devido à uma maldição que cai sobre aqueles que tentam chegar ao paraíso perdido de Shangri-lá e roubar a Cintamani Stone, Marco Polo perdeu os tesouros que havia conseguido na sua última viagem, e escondeu pistas sobre como chegar à cidade perdida, antes de morrer na sua volta à Europa. Para conseguir estas pistas, Nathan e seus comparsas devem roubar uma lamparina num museu em Istambul, que supostamente indica a localização da entrada para o paraíso perdido. E mais uma aventura começa.

Uncharted 2 Cenários Destruição

Só que desde o início, o jogo se mostra numa dinâmica interessante, e você começa com Nathan acordando dentro de um trem… sangrando. E com o trem na vertical, caindo de um penhasco! E então, os flashbacks começam, de modo que você sabe onde tem que chegar. Isso acabou criando uma expectativa sobre quando é que você realmente vai chegar nesse ponto, e para grata surpresa dos jogadores, descobrimos que aquele não é o final, mas sim o meio do jogo. A corrida contra os outros que estão interessados na Cintamani já está valendo.

Uncharted 2 Trem

A jogabilidade está praticamente inalterada com relação ao jogo anterior, e somente alguns movimentos foram acrescentados, como o uso de cordas soltas (penduradas em tetos, onde você escolhe pra onde vai se balançar), e algumas alterações no combate mano a mano. Ao invés de golpe fraco e golpe forte, agora temos somente golpe e esquiva, e o combate ficou com um timming mais fácil de acertar. Quando o assunto é a troca de tiros, a dinâmica é praticamente a mesma, mas algumas ressalvas podem ser feitas. Quando precisamos usar algumas paredes estreitas como cobertura, o sistema fica um pouco confuso e pode acabar te colocando em locais diferentes do que você imaginou. Também em algumas partes de escalada, parece que o computador ajuda demais, e a tarefa fica muito simples, e sem grandes desafios. Nada que chegue a ofuscar, porque devido à quantidade de tempo em que você fica pendurado, essas pequenas seções são quase imperceptíveis.

Uncharted 2 escalada

O visual do jogo é soberbo, beirando o realismo. Seja retratando cidades históricas antigas, cidades modernas em plena guerra civil, cavernas de gelo, floresta tropical densa, ou um trem em pleno movimento, o gráfico é estonteante, e em vários momentos vale a pena parar um pouco a escalada e dar uma olhada no visual.O nível de detalhes é absurdo, e mesmo com os cenários sendo distruídos (o que ocorre frequentemente), o realismo não deixa a desejar.

Uncharted 2 escalada2

Os personagens tem suas características bem definidas, e o carisma de Nathan Drake está intocado em qualquer que seja a situação, escalando paredes de mais de 30 metros em cima de um quase abismo, levando tiros dos inimigos ou despencando junto com um trem numa montanha nevada aos pés do Himalaia. Outro detalhe bem interessante é o caderno de anotações de Drake, que foi um pouco alterado. No jogo anterior, quando você precisava acessar o caderninho, ele já abria na página certa. Agora existe a necessidade de folhear as páginas para que você encontre as referências que precisa para resolver o enigma à sua frente. E ainda pode ver as anotações engraçadinhas que Nathan faz, inclusive duas páginas dedicadas à caricaturas de seu amigo de longa data Sullivan. E até nas anotações sérias, a pitada de humor está presente.

Uncharted 2 personagens

O jogo apresenta um bom equilíbrio entre partes de escalada, partes de confronto, e quebra cabeças, e você não sente que o jogo está pendendo pra nenhum dos lados. Mirar e atirar, encostado em paredes, ou correr e descarregar sua munição nos inimigos é bem fácil e intuitiva. O sistema de lançamento de granadas foi melhorado, e temos duas opções agora, jogar enquanto atira, o que lança a granada exatamente onde você está mirando sem sair da batalha em si, ou mirar a própria granada em arco e decidir o melhor lugar para ela ser jogada, enquanto ainda está escondido dos inimigos e quer tirar de operação vários deles ao mesmo tempo. Outro ponto interessante que foi bem melhorado foi a questão dos ataques furtivos, e agora é possível dominar todo um esquadrão inimigo tirando os guerreiros um a um, pela estratégia “ninja style“, seja através de obstáculos, em esquinas, ou caindo do teto.

Uncharted 2 tiroteio

Em resumo, a Naughty Dog fez com Uncharted 2 o que os gamers sempre esperam em sequências: não reinventou a roda! Souberam aproveitar toda a mecânica do jogo anterior, construíram um enredo interessante que realmente prende a atenção do jogador (principalmente aqueles que curtem o lado Indiana Jones da arqueologia), reforçaram o carisma do protagonista, acrescentaram outros personagens que realmente somam à história, e ajustaram um pouco mais a jogabilidade para criar uma verdadeira sequência, que faz jus ao nome da série, e coloca a produtora no hall dos grandes lançamentos. Uncharted 2: Among Thieves definitivamente é um jogo que todo jogador deveria jogar. Pra finalizar, acompanhe o review do site GameTrailers!

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*Se quiser saber um pouco mais sobre o jogo anterior Uncharted: Drake’s Fortune, tenho um review pronto aqui!

[New Game] Modern Warfare 2

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CoDMW2 CapaTodo mundo sabia que Call Of Duty: Modern Warfare 2, seria um jogo de sucesso, principalmente pelo fato de vir com a marca de uma das séries de First Person Shooters (ou FPS) mais conhecida pelos games. Mas todo o alvoroço causado ao redor do lançamento de Modern Warfare 2, além da própria independência do jogo com relação à série mãe Call of Duty, mostra que esse novo jogo tem tudo pra inaugurar um novo caminho na preferência dos gamers de jogos de tiro.

Antigamente, as séries Call of Duty e Medal of Honor disputavam a atenção dos fãs desse tipo de jogo. Pelo menos até o lançamento de Modern Warfare, no ano de 2007, as duas estavam em pé de igualdade, e em várias vezes mostravam batalhas vindas do mesmo período da história, como por exemplo na época da segunda guerra. Um dos principais atrativos para os jogadores era a caracterização de armas de época, com seus problemas e principais atributos, que colocava o jogador na pele de um dos soldados da guerra.

E então veio CoD4: Modern Warfare, que trouxe todo o aparato tecnológico das guerras modernas para a mão dos jogadores atuais. Armas avançadas, customizações, uma semi-infinidade de opções de acessórios, tudo isso contribuiu para que Modern Warfare fosse um dos games mais jogados do ano de 2008, além de ser considerado 3º entre os melhores jogos FPS de todos os tempos (acompanhe abaixo o vídeo sobre Top 10 FPSs do site Screwattack.com)

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Mas o foco hoje é o lançamento de Modern Warfare 2. Qual a diferença? Bom, MW2 será uma sequência do jogo anterior, separados por somente alguns anos de diferença, e dessa vez não vai haver maquiagem dos fatos. O jogador será levado aos dois lados da batalha, e terá em suas mãos as armas inclusive dos terroristas. Aliás, esse foi um dos assuntos mais polêmicos na época de lançamento do jogo, porque a Infinity Ward liberou um vídeo onde terroristas invadem um aeroporto e abrem fogo contra civis desarmados (e você como jogador participa do massacre). A produtora do jogo logo tratou de abafar o caso, dizendo se tratar de uma parte menos importante do jogo, mas estava lançada a lenha na fogueira. Além disso, o game vai passar por locais ainda considerados tabus em jogos de guerra, como Afeganistão, Iraque, e também no Rio de Janeiro e em Washington. É, você leu certo, no enredo do jogo, a guerra vai finalmente chegar em solo americano, e será a sua chance como soldado de mostrar serviço defendendo todos esses países.

CoDMW2 Ação 2

Com relação aos gráficos, Modern Warfare 2 trabalha em alta resolução de 1080p sem qualquer sinal de “flickering”, mesmo num ambiente cheio de explosões e fumaça. Os controles também não tiveram muitas alterações, porém alguns tipos de missões inéditas foram acrescentadas, como por exemplo na segunda fase onde você escala uma parede de gelo para chegar à uma base inimiga. A Infinity Ward prometeu um jogo mais intenso, maior interação com cenários e maior integração entre o jogador e o jogo (no modo offline). Por exemplo, em algumas situações-chave, você como atirador de elite e um colega devem sincronizar a eliminação de inimigos, para evitar alarmes, e a atenção aos detalhes do jogo irão ser fundamentais nesses momentos, como som, sinal de radares, e localização de inimigos. Além desses momentos, o jogo também promete alguns momentos dramáticos, e pretende deixar os jogadores ansiosos por mais uma partida pelos próximos meses. Para quem jogou o primeiro jogo, a duração é bastante parecida, e embora tenha mais missões, elas são um pouco mais curtas do que a anterior, o que resulta de 5 a 9 horas de jogo, dependendo da sua habilidade e da dificuldade escolhida.

CoDMW2 Ação

O jogo começa frenético, com o seu personagem no meio de um combate no Afeganistão, logo após passar pela fase inicial de reconhecimento de controles, e promete ser um jogo com ação ininterrupta, ao mesmo tempo em que consegue prender a atenção do jogador ao enredo (ok, em parte). Durante as missões você percebe que os caminhos oferecem opções de locais para se esconder e dar cobertura para seus companheiros, mas sem parecer que foram colocados lá de propósito. Mas tudo isso você deve pensar e colocar em prática no meio do tiroteio intenso, enquanto você procura maneiras de se livrar dos seus inimigos. No modo online, estará presente a boa e velha tática de ganhar níveis, escolher armas, customizações e acessórios, em combates realizados pelos jogadores no mundo todo, seguindo o mesmo exemplo lançado pelo seu antecessor que sacudiu os padrões de Multiplayer online cerca de dois anos atrás.

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A receita foi simples: melhorem o que está certo, escutem o que os jogadores reclamam, e conserte o que está errado. Com certeza, Call of Duty: Modern Warfare 2 tem tudo pra entrar de sola na disputa do título de melhor jogo do ano, e essa versão não deixa nada a desejar em relação aos demais jogos de FPS disponíveis.