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[Game ON] Assassins Creed 2

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CapaFinalmente consegui colocar as mãos em Assassins Creed 2. Houve uma pequena demora no envio do jogo que comprei, mas finalmente pude encarnar na pele do protagonista Ezio de Firenze e desvendar mais algumas informações a respeito do embate milenar entre os Cavaleiros Templários e o clã dos Assassinos. Preciso admitir que a expectativa era grande, e assim que comecei a jogar, lembrei como eram as sensações do primeiro jogo. E de tudo aquilo que me deixou irritado também.

AC2 Luta

O jogo começa exatamente onde o seu antecessor havia parado (e muito mal parado por sinal), e você controla Desmond para fora da Abstergo Industries na companhia de uma das pesquisadoras, Lucy, a quem ele dirige uma série de perguntas porém sem obter respostas. Tudo o que Desmond sabe é que ele precisa sair do prédio em segurança e acompanhar Lucy até um novo esconderijo, onde encontra uma versão 2.0 do Animus, a máquina que permite conectar-se com seus antepassados.

AC2 Desmond

O game desta vez se mostra um pouco mais amplo, visto que você tem a oportunidade de controlar Ezio e conhecer alguns de seus familiares por um bom tempo, cumprindo missões rotineiras que servem de pano de fundo para desenrolar os mais variados tipos de missões presentes nesta versão. Como a Ubisoft havia prometido, as missões estão em maior número e bem incluídas no mundo criado para ambientar o jogo. Isso foi uma das coisas que mais irritou os jogadores na primeira versão, pois se você jogasse um terço do jogo, já havia experimentado todas as variações de missões além de ter matado inimigos das mais diferentes formas possíveis. E o restante do game ficaria enfadonho e lento, sendo que poucos persistiram bravamente e foram até o final. É, eu fui até o final, eu joguei persistentemente, e nunca mais joguei o game de novo. No fim, o que eu lembro de Assassins Creed original, seria a repetição constante de missões, passeios de cavalo desnecessários e demorados, e cutscenes looongas e sem poder pular. Aliás, da última vez que joguei (ou tentei), me irritei na abertura e troquei de jogo.

AC2 cavalo

Mas as coisas começaram bem promissoras para Assassins Creed 2. Além do que já se é esperado num jogo sobre assassinos, a Ubisoft colocou vários outros elementos que aproveitam a jogabilidade do game para acrescentar diversão à história. Agora, toda vez que você silencia as suas vítimas, você ganha uma certa reputação, que faz com que os guardas prestem mais atenção na sua presença. Para diminuir essa “notoriedade”, você pode arrancar os cartazes de procurado, pagar propina para que seu nome não seja mencionado nas conversas da praça, ou “apagar” os mensageiros da guarda imperial.

AC2 Luta 2

Além dessas inovações inerentes ao seu desenvolvimento como assassino, outras seções do jogo podem ajudar o desenvolvimento das suas armas e habilidades de stealth, como as páginas do Codex, supostamente deixadas por Altair, protagonista do primeiro game, que quando decifradas dão a oportunidade de atualizar suas armas. E quem decifra é o jovem pintor e inventor Leonardo da Vinci, que além disso fornece alguns dos seus protótipos para que Ezio teste e utilize.
Outra seção interessante é a inclusão de uma parte similar a SimCity, onde você pode aplicar dinheiro na cidade onde fica a fazenda do seu tio (refúgio da Família Auditore de Firenze), para que melhorias sejam feitas na mesma.

AC2 Leonardo da Vinci

O mais legal de todas essas inclusões é que elas não são uma parte vital do game, e aparecem somente para acrescentar a experiência do jogo, dando a oportunidade de você explorar as cidades italianas representadas no jogo. Ah, outro detalhe interessante: neste game existe o serviço de “táxi”! Chega de ficar cavalgando de uma polo a outro por intermináveis pastagens! Alugue uma carroça e chegue lá no tempo de um loading curto!

AC2 voo

É claro que o jogo apresenta algumas falhas, mas nada muito grave. O que me deixou mais incomodado foi com relação à movimentação do personagem. Comparado com os games com os quais Assassins Creed 2 disputou o título de jogo do ano, como Uncharted 2 e Batman Arkham Asylum, o controle do protagonista é muito travada. Embora toda a fluidez da movimentação durante uma perseguição ou corrida seja bem impressionante, é no momento em que se precisa de detalhes de movimentação a coisa pega. Um exemplo simples: se você quer descer numa borda em silêncio, o melhor a fazer é chegar na borda até a opção ficar disponível no seu controle, e descer. Porém, se você já estiver perto (mas ainda sem a opção de descer) e tentar andar, Ezio vai se desequilibrar e dar um passo para trás, e você terá que começar de novo. Outro ponto que achei que poderia ser incluído foi com relação à caminhada do protagonista. Poderia haver uma opção selecionável de “sempre correr” ou “sempre andar”, sem que para isso eu ficasse pressionando o controle até chegar onde quero. Depois de algumas perseguições, apertar esse botão constantemente cansa bastante.

AC2 gameplay

Vale ressaltar que Assassins Creed 2 (por enquanto, já que não joguei nem 20% ainda) está fezendo jus ao hype que recebeu na época de seu lançamento, por ser um jogo envolvente, diversificado e bem produzido. A impressão que tive ao percorrer somente a trilha do plot principal é que o game pode te dar em torno de 8 a 10 horas de jogo, o que é bem razoável. Mas se for levar em consideração todas as side missions, os upgrades e o 100% do jogo, o tempo de gameplay e o fator replay tendem a aumentar bastante. Assassins Creed 2 está disponível para XBOX 260 e PS3, e a versão de PC deve sair em Março.

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[New Game] O que 2010 nos reserva?

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O ano de 2009 foi memorável na vida dos gamers. Jogos lançados para as principais plataformas disputavam a atenção dos fãs com gráficos cada vez mais realistas, jogabilidades diferentes e inovadoras ou pelo simples fato de serem aquela sequência que todos estavam esperando por pelo menos 1 ano. Tivemos lançamentos como Batman Arkham Asylum, Modern Warfare 2, Assassins Creed 2, Uncharted 2: Among Thieves, InFamous, Street Fighter IV, Demon’s Souls, Dragon Age Origins, New Super Mario Bros Wii, Forza Motorsport 3, Gran Theft Auto Chinatown Wars, e vários outros.

Mas agora que já entramos em 2010, o que teremos pela frente para disputar a nossa atenção e nosso rico dinheirinho?

Acompanhe o vídeo abaixo e conheça alguns dos lançamentos para este ano, sendo que os games a seguir saem em Janeiro.

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A lista é basicamente essa daqui:

  1. Bayonetta (360, PS3) – 5 de Janeiro
  2. Darksiders (360, PS3) – 5 de Janeiro
  3. Army of Two: The 40th Day (360, PS3) – 12 de Janeiro
  4. Dark Void (360, PS3, PC) – 19 de Janeiro
  5. Mass Effect 2 (360, PC) – 26 de Janeiro
  6. No More Heroes 2 (Wii) –  26 de Janeiro
  7. MAG (PS3) – 26 de Janeiro

É claro que 2010 ainda reserva muitas surpresas como God of War 3, Splinter Cell: Conviction, Gran Turismo 5, The Last Guardian, Final Fantasy XIII, BioShock 2, Heavy Rain, Dante’s Inferno e Super Mario Galaxy 2, só para citar alguns.

Aproveitando, queria desejar um Feliz 2010 pra todos vocês!

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[New Game] Assassins Creed Bloodlines

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CapaEstive jogando um dos games para PSP que mais esperava esse ano: Assassins Creed Bloodlines, que seria uma continuação do jogo original de Playstation 3, além de servir de aquecimento para o próximo game, Assassins Creed 2. Infelizmente, o jogo é uma bomba. Bomba tão forte que merecia uma etiqueta diferente aqui no post, aquela que diz EPIC FAIL! #Pronto_falei. Um dos raros exemplos que a limitação do hardware não foi culpada, mas sim o cuidado nos detalhes! Ah, e que falta faz o segundo analógico!!

Vista da Cidade

A idéia de se trazer o universo e a jogabilidade de Assassins Creed para o portátil da Sony é ambiciosa, já que o game usa bastante a capacidade gráfica do PS3 para criar um cenário rico em detalhes e de pessoas, já que uma das principais funções do jogo é se fundir ao ambiente e se camuflar para realizar as suas missões como assassino. É claro que eu entendo todas as limitações do portátil da Sony, e para minha grata surpresa, o que dependia dessa limitação foi bem adaptada. Só que o jogo erra em todo o resto, o que teoricamente seria o mais importante do jogo, pois iria traduzir a experiência do primeiro jogo pra dentro do PSP.

Altair Luta de espadas

Por exemplo, uma das partes que eu mais gostava no primeiro jogo era atacar um grupo de guardas e depois correr e me esconder por entre os telhados. Isso está impossível de se fazer nessa versão, principalmente porque assim que você ataca um guarda, outros 5 logo te cercam e uma batalha até longa começa. Fora isso, a seção plataforma está horrivelmente mal feita. Você até consegue correr e subir nos telhados, mas em algumas partes (que se repetem insistentemente) Altair fica preso em locais que não há nada aparente que faça o personagem parar. E quando você insiste em ir por aquele local, o personagem demora para executar os seus comandos, seja indo para um outro lugar, seja se pendurando na borda quando você simplesmente queria pular na borda do prédio da frente. Acontece muito, e é bem frustrante.

Telhados

Outro ponto que deveria ser melhorado é a aproximação stealth. Ou melhor, melhorada não, criada, porque ela é inexistente. Em vários momentos, você está no topo de um prédio, espreitando a sua presa, e do nada ela começa a correr gritando que tem um assassino atrás dela. Sendo que você nem desceu do telhado. E em outras vezes, você está atrás da parede, sem qualquer possibilidade de seu alvo ter alguma visão do seu personagem, e lá vai ele correndo porque você está presente.

Inimigos

Um dos pontos positivos do game é a facilidade dos controles de batalha, embora a quantidade de inimigos seja um pouco exagerada. Os controles de contra-ataque estão bem preciso, e as animações da execução de um golpe estão bem feitas. Chega a ser satisfatório acertar um contra golpe para descontar as frustrações do jogo como um todo. O que atrapalha é a facilidade de inimigos brotarem da terra do nada, e alongar uma desnecessária luta.

Contra-golpe

Alguns dos movimentos do game original ainda estão lá fielmente representados, como atingir o topo de uma torre e sincronizar o Eagle Eye, para depois pular no Leap of Faith, com a mesma sensação do jogo anterior. Alpem disso, a animação do personagem está bastante fluida, e a movimentação de todos os envolvidos parece bem natural.

Leap of Faith

A história em si dá um certo prosseguimento ao game anterior, levando Altair e os demais assassinos em busca de uma outra arma que estaria de posse dos Templários, na ilha de Chipre, segundo informações da aspirante a amazona Maria, que teve sua vida poupada no game anterior. Para quem lembra do game anterior, Altair recuperou uma das Pieces of Eden, e embora mal explicado no final um pouco confuso do game, todas as Pieces juntas iriam revelar a localização do Santo Graal, objeto que a Abstergo Industries procura.

Dialogos

As adaptações para que o hardware suporte o jogo mencionadas ficaram até bem aceitáveis, e obviamente você não tem uma cidade completa carregada de personagens. Na verdade, existem portões na cidade, que exigem um pequeno loading quando você atravessa de uma parte da cidade à outra, mas nada que realmente faça o jogador ficar esperando. Nas cidades também não existem muitas pessoas ao redor, que vão aparecendo pela cidade por onde você passa. E em vários momentos, algumas dessas aparições são guardas, o que cai na problemática do alongamento das batalhas que citei no parágrafo anterior. Infelizmente, o segundo analógico do PSP realmente mostrou que deveria ter sido incluído na remodelagem do console, pois o sistema de câmeras neste game é patética. Segure o L e use os botões de ação para direcionar a câmera, e perca tempo precioso tentando achar uma posição para enxergar o que precisa. É um sistema retroativo, nada prático e nem um pouco intuitivo. Que falta faz o segundo analógico!

Eagle Vision

Se você for jogar Assassins Creed, saiba que é uma versão que tem defeitos, mas pode te divertir bastante (até chegar o Assassins Creed 2, como no meu caso!), mas infelizmente o jogo não será um grande adicional à história do jogo. Em resumo, Assassins Creed Bloodlines tem alguns excelentes momentos, mas infelizmente falha em capturar a essência da jogabilidade e imersão do seu antecessor.

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[Tweet Post] Notícias da semana

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E segue mais uma coletânea de notícias, rumores, boatos e confirmações:

  • God of War III, um dos games mais esperados pelos donos de PS3 para o ano que vem, ganhou uma edição especial a ser lançado pelo preço estimado de US$ 100, chamada de Ultimate Edition ou Pandora’s Box. O material inclui o jogo God of War III (lógico), um livro com várias peças de arte do game, uma nova roupa para usar no jogo, material para download a ser usado nos challenges, e um álbum de heavy metal de vários artistas inspirados pelo clima do jogo, tudo isso numa caixa especial que se assemelha à Caixa de Pandora, objeto mítico onde teoricamente os deuses do Olimpo selaram as desgraças da raça humana, e colocaram sob vigilância de Pandora (que eventualmente abriu a caixa). Mitologias à parte, o visual do kit é animal.

God Of War Ultimate Collection

  • Mais três jogadores anunciados para Super Street Fighter IV, e são os já conhecidos Adon (mestre de Muai Thay), Guy (mestre de Bushido) e Cody (parceiro de Guy em Final Fight). Os três estão presentes na série Street Fighter Alpha, e abaixo você confere o vídeo de apresentação dos três com seus combos e Ultra combos!

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  • Far cry 3 está oficialmente em desenvolvimento: A Ubisoft Montreal anunciou que sua série de FPS Far Cry receberá uma continuação, mas ainda não foram divulgados informações sobre a trama ou onde ela será passada. Vários membros da equipe que trabalhram em Far Cry 2 estão no desenvolvimento do jogo baseado no filme Avatar, e devem se voltar à este novo jogo somente quando acabarem o atual projeto. O roteiro deve tomar forma enquanto isso, e teaser ou trailer devem levar um tempinho para sair.

  • Falando em sequências, o game Kane & Linch 2: Dog Days também está em desenvolvimento, notícia confirmada pela IO Interactive e a Square Enix Europe (antiga Eidos Europa). Poucos detalhes foram divulgados, mas entre eles consta a possibilidade de trocar entre os personagens (no primeiro jogo somente Kane era controlado), e o jogo deve ter seu início no mercado paralelo de mercenários em Shangai. Algumas informações sobre multiplayer e modo Co-op online também foram confirmadas. A IO Interactive informou que o novo jogo será mais profundo quanto à capacidade gráfica, ao realismo e a interação com o cenário. O jogo deve sair para PC, PS3 e XBox 360.

KaneLynch2

  • Departamento de Defesa Americano compra 2200 Playstation 3 para criar um sistema de supercomputadores aplicados aos projetos de segurança nacional. Segundo o documento que justifica tal compra, cada dois PS3 configurados em paralelo geram um poder de processamento equivalente à uma unidade criada especificamente para este propósito pela IBM, sendo que o cluster dos PS3 custa em média US$ 600, enquanto que a unidade da IBM custa perto de US$ 8000. Tenho três perguntas quanto à isso: 1) Qual a potência do ar condicionado da sala? 2) Será que o Departamento de Defesa aceita cartinhas de Natal? 3) Rola uma mega partida de Modern Warfare 2 nas horas vagas?
  • O site PS3 Vault faz um review simples e direto de Assassins Creed 2, e o link para a matéria em inglês está aqui. Concordo com a frase final, e mesmo sem jogar o jogo ainda vou adaptar ela aqui, que vai muito de acordo com a minha opinião: Assassins Creed 2 pode ser tudo o que Assassins Creed não foi.
  • Saiu o primeiro trailer do filme The King of Fighters. Gosto da série de luta, embora seja horrorosamente ruim jogando. Não consegui identificar muitos personagens, a não ser o Iori (que nem é ruivo) e o Kyo. Ok, eu vi dois personagens com auras nas mãos, uma meio azulada e outra vermelha, e estou assumindo quem são. Veja o vídeo por sua conta e risco, você foi avisado.

  • Ainda na categoria filmes, também temos o trailer de Prince of Persia – The Sands of Time. A história da franquia é interessante, e se for bem adaptada, o filme pode ser um sucesso. A caracterização do personagem está um pouco confusa, pois o título se refere ao primeiro jogo, e a caraterização do ator principal lembra muito mais o príncipe do segundo e terceiro jogo. A história envolve todos os jogos da série, mas não tive mais detalhes sobre como ela vai se desenvolver. Se for esse realmente o caso, poderiam retirar o subtítulo e deixar somente Prince of Persia. É esperar pra ver.